A queixa apresentada contra o #Futebol Clube do Porto por utilização irregular do guarda-redes sub 19, Raúl Gudiño, foi rejeitada pela Federação Portuguesa de Futebol. A notícia da rejeição foi dada pelo site "O Mundo dos Guarda-Redes", que foi quem lançou em primeira mão a notícia de denúncia contra o FCP por utilização do guarda-redes mexicano num jogo do campeonato nacional em menos de 72 horas, depois ter actuado no campeonato profissional da segunda divisão, no jogo a zero entre FC Porto B e o Académico de Viseu.

O motivo para a rejeição desta queixa por parte da Federação Portuguesa de Futebol resultou da falta de verdadeiro ilícito regulamentar. De acordo com o organismo, não haveria fundamento para o alegado na denúncia realizada contra o FC Porto, dado que, apesar do Regulamento de Competições afirmar que "qualquer jogo oficial de competição nacional deverá respeitar um intervalo entre jogos de 72 horas, calculado entre o final do primeiro jogo e o início do segundo jogo da competição nacional", tal regra não terá aplicação a este caso. Isto acontece porque o jogo em causa, que se trata do campeonato nacional de Juniores, não é tutelado pela Liga Profissional de Clubes, mas pela Federação Portuguesa responsável pela modalidade.

O site "O Mundo dos Guarda-Redes" acrescenta ainda que o próprio regulamento do campeonato nacional de juniores afasta a regra de um intervalo de 72 horas entre dois jogos, o regulamento especifica para o escalão de juniores a regra de que "a participação de um jogador num jogo de uma prova oficial apenas é permitida desde que se verifique um interregno de 15 horas entre o termo de um jogo e o início de outro".

Assim, a denúncia levantada na FPF contra o FC Porto caiu por terra, e com ela qualquer hipótese do clube da cidade invicta ser punido com perda de jogos e desconto de pontos. Assim sendo, os azuis e brancos conservaram quer os 60 pontos e a 9ª posição no campeonato da 2ª divisão nacional, quer os 22 pontos e o 1º lugar do campeonato nacional de juniores. #F.C.Porto