O guarda-redes do Futebol Clube do Porto, Fabiano Freitas, falou do Sport Lisboa e Benfica e afirmou que os adeptos têm razão nos protestos que têm feito ultimamente. O guardião de 27 anos não se quis alongar muito quando foi feita a questão se o Benfica teria sido um justo campeão, preferindo responder que o campeonato já está decidido e que prefere não comentar. Sobre as críticas dos próprios adeptos à equipa, Fabiano disse que é normal no futebol, "quando não se ganha há críticas, quando se ganha há aplausos", acrescentando ainda que os próprios jogadores ficam desiludidos por não alcançarem os objectivos e darem as alegrias que os adeptos mereciam.

Fabiano Freitas falou ainda do episódio de Munique, quando o Futebol Clube do Porto foi eliminado pelo Bayern Munique nos quartos de final por 7-4 (resultado agregado) e que ditou o seu afastamento da baliza dos azuis e brancos. "O treinador tem o direito de pôr a jogar quem entender. Foi uma opção dele e eu tenho de aceitar e continuar a trabalhar. Justo ou injusto não tinha de aceitar nada" disse Fabiano sobre a opção do treinador Julen Lopetegui o afastar da baliza portista, fazendo regressar Helton. Quando questionado sobre se o técnico espanhol deveria continuar à frente do clube da cidade invicta, Fabiano disse "não acho nada, nem mando nada em relação a isso", acrescentando que o seu papel é somente jogar futebol. #F.C.Porto

Recorde-se que o guardião brasileiro de 27 anos, esta temporada de 2014/2015, participou em 38 jogos, sofrendo apenas 22 golos, totalizando 3342 minutos. Com estes números, Fabiano conta com uma média de 0,58 golos sofridos por jogo, já contando com a goleada sofrida em Munique por expressivos 6-1, que acabaria por ditar o seu afastamento da equipa titular da equipa portista por opção técnica. Este número baixo de golos sofridos, contribuiu ainda para que o Futebol Clube do Porto fosse a equipa da Liga Portuguesa com menos golos sofridos, sendo a melhor defesa da Liga NOS com 13 sofridos, menos 3 que o rival Benfica que se sagrou campeão nacional.