A equipa do #Futebol Clube do Porto tem andado muito activa no que diz respeito a troca de acusações. Num primeiro momento, Julen Lopetegui criticou o Sport Lisboa e Benfica e o seu treinador, Jorge Jesus, de serem protegidos por um manto protector, fazendo uma alusão à arbitragem. Num momento seguinte, a estrutura do Futebol Clube do Porto decidiu tecer críticas ao presidente da comissão de arbitragem, Vítor Pereira, relativamente à falta de coerência nas nomeações dos árbitros para alguns jogos, mais especificamente nos jogos dos três grandes (Sporting, Benfica e FC Porto) no Estádio D. Afonso Henriques.

A mais recente troca de acusações é com o presidente do Marítimo, Carlos Pereira. Tudo começou porque o Marítimo, devido à greve de pilotos da TAP, não pôde deslocar-se para a Madeira e treinou no Caixa Futebol Campus, o centro de treinos do Sport Lisboa e Benfica. "Há uma semana o Camacha voltou atrás em ceder as instalações ao FC Porto (…) porque o Marítimo o impediu", pode ler-se no espaço "Dragões Diário". Perante estas acusações, o presidente do Marítimo, disse que não se pode pôr em causa a honestidade dos atletas. "Tínhamos de treinar em algum sítio e o disponível foi o Seixal", acrescentou o presidente.

De uma forma mais dura, Carlos Pereira argumentou ainda que não vê onde está o mal e que "tudo isto é de intelectualidade baixa". Hoje chegou a contra-resposta dos azuis e brancos às declarações de Carlos Pereira, onde se diz que foi "o tal que não quis que o FC Porto treinasse na Camacha, acha perfeitamente normal que o Marítimo treine no terreno do Benfica", isto quando a equipa da Madeira tem ainda por disputar um jogo frente aos encarnados na última jornada da Liga Portuguesa e na final da Taça da Liga. Os dragões acrescentam ainda que nunca se pôs em causa a honestidade dos jogadores, e que ainda assim fala de intelectualidade baixa quando o próprio não percebe as acusações que lhe são transmitidas. Ficaremos a aguardar por mais trocas de acusações ou por um desfecho em silêncio. #F.C.Porto