O início desta semana trouxe notícias pouco agradáveis sobre a vida de Gabriel Batistuta. Relatos davam conta de que o antigo internacional argentino teria de amputar as pernas devido à intensidade das dores que sentia. Porém, Lucas, filho do jogador, desmentiu prontamente que o seu pai estivesse num estado tão grave. Na verdade, Batistuta "está melhor", apesar de ainda sentir as consequências de vários anos a jogar ao mais alto nível com infiltrações, que pretendiam "disfarçar" as dores nos joelhos.

Agora, foi o próprio Gabriel Batistuta que falou sobre o assunto. O antigo ponta-de-lança de clubes como River Plate, Boca Juniors, Fiorentina, Roma e Inter de Milão, entre outros, desmentiu categoricamente a possibilidade de amputar as pernas. "Ter que desmentir este tipo de informações sem sentido é como levar uma facada. Na escola perguntaram aos meus filhos o que se passava com o pai deles. Só quero dizer que estou perfeito", referiu Batistuta, em declarações reproduzidas pela imprensa argentina. "Tenho uma história complicada com os joelhos que já contei milhões de vezes. Estou melhor do que há três ou quatro anos atrás. Não tem nada a ver com amputar as pernas ou com as barbaridades que disseram", acrescentou.

Aliás, Batistuta afirma mesmo que, quando pode, até gosta de dar uns toques na bola, como nos velhos tempos, apesar de os joelhos não facilitarem: "Às vezes as pernas doem, mas são dores que me acompanharam durante toda a carreira. Há quatro ou cinco anos comecei a fazer um tratamento e comecei a melhorar, até jogo #Futebol de vez em quando".

Batistuta é um dos melhores avançados da história do futebol argentino e europeu. Trata-se do melhor marcador da história da seleção albiceleste, com cinquenta e seis golos em setenta e oito partidas realizadas. Aos quarenta e seis anos de idade, as consequências de uma intensa carreira no topo do futebol mundial começam a fazer-se notar mas, felizmente, os problemas atuais de Batistuta não atingem a gravidade que, até há poucos dias atrás, algumas notícias faziam crer.