Começou a sua carreira profissional em 2006, no Panachaiki, depois de passar dez anos na formação do PAO Patras, Assinou pelo Panionos em 2010 e chegou ao Olympiacos em 2013, onde foi campeão e uma das figuras-chave. Actualmente é peça indispensável do meio campo do bicampeão nacional português. Conheça cinco #Curiosidades sobre o internacional grego do #Benfica.

Foi afastado de uma equipa por alegadamente lesionar os colegas nos treinos, mas afinal foi por não querer renovar o contrato. Com 17 anos, Samaris assinou o primeiro contrato profissional, com o Panachaiki, da terceira divisão grega. Era considerado uma das maiores promessas e tudo correu bem nas primeiras 2 épocas, mas na altura de renovar contrato, e por não concordar com os termos, foi colocado de parte pela equipa técnica. Acabou por rescindir por mútuo acordo, em 2009, com o presidente da equipa, um dos mais famosos advogados gregos, a acusar Samaris de lesionar intencionalmente os colegas por não ser opção do treinador, algo que acabou por não ser confirmado. Meses depois, no início de 2010, assinou pelo Panionios, da primeira divisão, depois de uma semana de testes.

A mãe fez de tudo para que ele não fosse jogador de Futebol. Samaris jogou em clubes desde os 7 anos, fazendo toda a formação na equipa onde o seu pai tinha jogado como guarda-redes. Durante esse tempo, a mãe não concordava que fosse esse o futuro do filho e foi bastante disciplinadora no que toca aos estudos, só se mostrando realmente conformada com a escolha do filho quando este marcou um golo pela seleção da Grécia, que dedicou à mãe, com a imprensa grega a especular que terá sido uma espécie de vingança, mas que o jogador negou.

O seu maior sonho a nível profissional é atingir o mesmo estatuto nacional e internacional de Katsouranis, a sua maior referência no futebol. Ao longo da sua carreira, Andreas Samaris viveu o mesmo problema que Katsouranis, com vários treinadores a arranjarem-lhe novas posições em campo, desde trinco a médio ofensivo, passando pelo miolo ou pelas laterais. Isso acabou por fazer de Samaris um jogador polivalente, mas com preferência como trinco para observar melhor o terreno quando tem a bola. Segundo o próprio, identifica muito essas funções com as de Katsouranis, que considera ser um orgulho para o país, e gostaria de atingir o mesmo nível do antigo internacional grego.

Em 2012, antes de assinar pelo Olympiacos, Samaris ganhava pouco mais de 1000€ mensais no Panionios. Um contrato de 20 000€ por ano, numa altura em que a Grécia já estava imensamente mergulhada numa terrível crise financeira, acabou por ser uma excelente almofada, como o próprio jogador confirmou, embora sofresse bastante com os salários em atraso e só tenha ultrapassado dificuldades financeiras quando começou a jogar pelo campeão grego. Um ano depois, estava na selecção e assinava contrato com o Benfica.

Enviou pacotes com computadores para uma instituição psiquiátrica infantil na Grécia. Em Abril deste ano leu que uma instituição da sua cidade não estava a receber do governo grego apoio informático e decidiu enviar toda a tecnologia necessária para o funcionamento informático do centro. Depois de falar com a sua mãe, que estava em contacto com o director do centro, enviou um pacote surpresa para as instalações do centro e colocou ponto final num problema que durava quase há um ano, e que impedia as crianças de desenvolver aptidões informáticas.