Jonas Gonçalves chegou esta época à equipa do Sport Lisboa e #Benfica, mas não demorou muito a conquistar os corações encarnados. Com excelentes exibições aliadas a muitos, muitos golos, o craque encarnado tornou-se na principal figura do bicampeonato, não sendo o melhor marcador apenas por um golo. Mas foi o melhor marcador do Benfica na Taça da Liga e na Taça de Portugal. Conheça cinco factos até agora desconhecidos do grande público em Portugal.

Nasceu e cresceu numa Fazenda de Café - Nascido em Taíuva, município paulista com cerca de 5.000 habitantes, Jonas pertence a uma comunidade onde quase todos são descendentes de trabalhadores ou donos de fazendas de café. Jonas é filho de dois professores que moravam na Fazenda Gironda, onde passou a sua infância e adolescência.

Até aos 19 anos, só tinha alguns dias de experiência em clubes de futebol - Quando fez 13 anos venceu um concurso onde participavam 500 jogadores e teve oportunidade de treinar com o Guarani, a cerca de 300 quilómetros da sua cidade. Ao fim de alguns dias voltou para casa e desistiu do futebol em clubes, passando a jogar apenas com os amigos. Aos 19 anos, depois de um "ralhete" de um irmão, voltou ao Guarani e ao futebol.

Jonas queria ser farmacêutico - Começou a tirar o curso de Farmácia, influenciado pelo irmão, que era dono de uma farmácia na cidade natal, onde Jonas costumava ajudar e ficar atrás do balcão quando o irmão tinha de sair.

O "ralhete" do irmão que lhe mudou a vida - Era habitual ver Jonas atrás do balcão da farmácia, mas sem grande vontade de lá estar e sempre a fugir para jogar futebol com os amigos. Um dia o irmão irritou-se e disse a Jonas que ele não valia nada como farmacêutico, e que era melhor dedicar-se ao futebol, porque lá é que ele era bom. E Jonas seguiu o conselho.

O trauma do pior atacante do mundo - Em 2009 Jonas ficou seriamente abalado quando o jornal espanhol Mundo Deportivo o catalogou como "pior atacante do mundo", depois de dois falhanços pelo Grémio, na Taça dos Libertadores. Para superar esse trauma refugiou-se num conselho do também brasileiro Ronaldo, de fixar uma meta de 30 golos por temporada, e ter isso sempre em foco. Na época seguinte marcou 42 e descolou de vez a etiqueta imposta. #Curiosidades