O possível novo patrocinador do #Sporting continua a dar que falar. No passado dia 29 de maio, a eurodeputada do Partido Socialista Ana Gomes apresentou uma queixa formal à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) onde pedia mais informação acerca das notícias que davam conta da entrada de capital nos cofres 'leoninos' proveniente da Guiné Equatorial. A entidade respondeu, esta quinta-feira, à eurodeputada socialista, anunciando estar a "desenvolver diligências" no sentido de investigar a possível ligação de uma empresa do país africano com os 'leões'. Esta averiguação será levada a cabo em conjunto com o Banco de Portugal, pode ler-se também na carta elaborada pela CMVM.

O organismo supervisor garante, portanto, estar a "a desenvolver diligências no caso em concreto no sentido de apurar o cumprimento dos deveres de diligência simples ou reforçada em matéria de verificação das fontes de financiamento e/ou riqueza, tal como previsto nos normativos legais e regulamentares de controlo e prevenção do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo".

Em maio, o vice-presidente do Sporting, Carlos Vieira, confirmou, em entrevista ao "Diário de Notícias", que, terminado o contrato com a PT, o novo patrocínio das camisolas do clube não seria português. Mais do que isso, o dirigente 'leonino' referiu que "é possível" que os 'leões' venham a ser patrocinados por uma empresa da Guiné Equatorial, embora esse seja um dossier ainda por fechar. Na verdade, este é um dos assuntos que a SAD 'verde e branca' mais rapidamente pretende ver resolvidos. Também não foram descartadas as possibilidades de o Sporting "mudar de patrocinador todos os jogos" e de vender o naming no Estádio José Alvalade. Esta última opção, contudo, só seria possível caso os sócios sportinguistas a aprovassem em Assembleia Geral.

Mais tarde, o "Jornal de Negócios" confirmou a possibilidade de uma empresa da Guiné Equatorial fazer entrar capital nos cofres do Sporting, situação que, alegadamente, seria vista com bons olhos pelos dirigentes 'leoninos'. Outra das hipóteses em cima da mesa é a entrada em cena da Holdimo, do angolano Álvaro Sobrinho, que detém 30% das ações da SAD do Sporting. #Futebol