Anderson Talisca foi um dos jogadores que mais entusiasmou os adeptos do #Benfica no princípio da última época. O médio brasileiro surpreendeu pela sua capacidade finalizadora, que garantiu vários pontos aos 'encarnados' num momento inicial da temporada. O jovem de vinte e um anos de idade, porém, começou a perder algum espaço na frente de ataque benfiquista após a chegada de Jonas, que fez uma dupla de sucesso com Lima. Talisca começou por perder a titularidade em algumas partidas e, noutras, a jogar numa posição mais recuada do meio-campo da equipa então liderada por Jorge Jesus, onde foi visível a sua quebra de rendimento.

No entanto, o atleta formado no EC Bahia, do Brasil, de onde se transferiu para a Luz há sensivelmente um ano, está satisfeito em Portugal. Quem o diz é o próprio representante do jogador, Sandro Vasconcelos, que, em declarações reproduzidas pela rádio "Antena 1", garantiu que Talisca "gosta muito do Benfica e de Lisboa". Assim, sair do clube 'encarnado' é um cenário que, embora possível, neste momento aparenta ser muito complicado de se concretizar, até porque não chegaram propostas pelo jogador. "Até agora, só comentários em Portugal e no Brasil. Não houve nada concreto. O Talisca quer voltar para o Benfica e fazer uma boa temporada. Propostas, só se chegaram ao clube", confidenciou o empresário.

Sandro Vasconcelos, porém, revela que Talisca tem um objetivo bastante bem definido caso continue no Benfica: ter ainda mais minutos de jogo. Para isso, espera o representante do jogador, poderá contribuir a chegada do novo técnico 'encarnado', Rui Vitória. "Ele [Talisca] deve conhecer o novo treinador e esperar que lhe sejam dadas oportunidades para que possa mostrar o seu trabalho", referiu o empresário. "Na época passada ele não teve férias e sentiu o desgaste. Tenho a certeza que este ano fará uma época melhor do que a anterior. Ele tem potencial".

Na sua época de estreia pelo Benfica, Talisca realizou um total de quarenta e quatro jogos oficiais, nos quais marcou onze golos. Agora, o jovem médio brasileiro pretende apenas continuar a evoluir de forma gradual e sustentada. E, pelos vistos, prefere fazê-lo de águia ao peito.