Disputou-se ontem a final da #Copa América, no Estádio Nacional, em Santiago, capital chilena. A seleção anfitrião do Chile disputava com a Argentina de Lionel Messi a final da competição. A equipa da casa venceu a seleção de 'la pulga' no desempate por pontapés da marca de grande penalidade. Antes, disputou-se o último lugar do pódio, entre Peru e Paraguai. Os peruanos foram superiores e conquistaram o 3º lugar.

Na final, a Argentina tentava voltar a conquistar um troféu, algo que foge à seleção albiceleste desde 1993, enquanto os chilenos tentavam a primeira conquista da sua história, contando com o fator casa a seu favor. Destaque para ausência de Garay (ex-Benfica) que, apesar de convocado, continuava sem os índices ideais à competição, depois de ter falhado a meia-final, devido a uma gastroenterite.

A primeira parte foi bem disputada, com intensidade alta, havendo oportunidades para as duas equipas. Momento importante, aos 28': numa saída rápida, Di Maria sofre um problema muscular, e é substituído por Lavezzi.

O nulo manteve-se ao intervalo. Na segunda parte, o Chile mantinha o seu estilo de jogo aguerrido, tendo em Vargas, Alexis e Vidal, três flechas apontadas à baliza de Romero, mas sem nunca finalizarem da melhor forma. Ao cair do ano, a Argentina teve a melhor oportunidade do jogo, podendo aí conquistar a Copa América. Jogada de contra-ataque conduzida por Messi, que abre em Lavezzi, que por sua vez assiste Higuaín (recém-entrado), mas o passe em rotura sai muito puxado para a linha de fundo, e o avançado do Nápoles remata à malha lateral.

Seguia-se o prolongamento (algo que ainda não tinha ocorrido na Copa América, uma vez que ,nos quartos-de-final e meias-finais, segue-se diretamente para os penalties). A equipa argentina acusou muito desgaste neste período. Mascherano e Lavezzi eram o rosto da debilidade física, enquanto os chilenos, motivados pelo apoio no Estádio Nacional de Santiago, tentavam ao máximo resolver o jogo antes das grandes penalidades.

Mas o prolongamento acabou, sem que houvesse golos, e seguiu-se a lotaria dos penáltis. O Chile foi mais feliz e concretizou as quatro oportunidades de que dispôs (Matias Fernández, Vidal, Aránguiz e Alexis Sánchez), enquanto do lado argentino, apenas Messi marcou, ao passo que Higuaín e Banega não conseguiram converter.

Vargas (Chile) e Guerrero (Peru) ganharam os prémios de melhores marcadores da competição, com quatro golos cada. Bravo (Chile) conquistou o prémio de melhor guarda-redes da competição. No próximo ano, há uma edição especial da Copa América a disputar-se nos Estados Unidos da América, devido à comemoração do centenário da competição. Nova tentativa para #Lionel Messi conquistar algo pela sua seleção e para a Argentina acabar com o jejum de títulos. Chile sucede ao Uruguai (campeão da Copa América 2011), e irá defender a sua primeira conquista.

Peru alcança o "pódio" 

O Peru e o Paraguai, eliminados nas meias-finais por Chile e Argentina, respetivamente, disputaram ao início deste dia, 4 de Julho, o terceiro e quarto lugar da competição. O Paraguai, desfalcado de Derlis e Roque Santa Cruz, nunca conseguiu impor o seu jogo. Já o Peru apostava na rapidez dos seus jogadores e ia criando algumas oportunidades de golo. Mas ao intervalo mantinha-se o nulo.

Na segunda parte, o Peru continuou na mesma toada, e os golos acabaram por surgir. Carrillo e Guerrero fizeram os dois golos, que deram a vitória e o consequente terceiro lugar da Copa América ao Peru.