Chegou finalmente ao fim um dos casos que mais agitou o universo 'leonino' nas últimas semanas. #Sporting e Marco Silva chegaram ontem a acordo quanto à rescisão do contrato que ligava o técnico ao clube de Alvalade até ao final da temporada 2017/2018. O anúncio foi feito pelos 'leões' em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). João Sousa, Gonçalo Pedro e José Sampaio (mais conhecido por 'Rifa'), restantes elementos da equipa técnica de Marco Silva, também viram os seus contratos serem revogados por mútuo acordo pela SAD 'leonina'.

O Sporting, recorde-se, havia despedido o seu antigo treinador há sensivelmente um mês, alegando justa causa, após diversos conflitos entre ambas as partes. Ficaram por revelar, no entanto, os contornos deste acordo. Para já, sabe-se apenas que os 'leões' tentaram rescindir com Marco Silva há pouco mais de uma semana, oferecendo-lhe, para o efeito, um ano de salário, mas proibindo-o de treinar Benfica, FC Porto e SC Braga durante as próximas temporadas e de falar sobre o seu antigo clube, condições que o técnico prontamente rejeitou. De agora em diante, resolvida esta questão, tanto Marco Silva como o conjunto 'verde e branco' podem definir, sem qualquer tipo de restrições laborais, os seus futuros.

Desta forma, o treinador português já pode assinar por outro clube e deverá mesmo dar continuidade à sua carreira noutras paragens. Desde que foi confirmada a sua saída de Alvalade que Marco Silva tem sido constantemente associado aos gregos do Olympiacos, estando assim na linha da frente para suceder ao compatriota Vítor Pereira, que se mudou para a liga turca para orientar o Fenerbahçe.

O Sporting, por seu lado, já pode inscrever Jorge Jesus, o novo treinador 'leonino', junto da Liga de Clubes e da Federação Portuguesa de #Futebol. Note-se que os 'leões' tinham até ao dia 5 de agosto para resolver o imbróglio com Marco Silva e inscrever o seu sucessor. Caso tal não acontecesse, Jesus, apesar de ter sido apresentado como novo treinador do Sporting na semana passada, não poderia assumir o cargo de forma oficial.