Um ano depois repetiu-se a mesma história. A Argentina, que era considerada a principal favorita a conquistar a #Copa América voltou a perder a final para o Chile e, tal como na edição do ano passado, perdeu no desempate por grandes penalidades. A história não poderia ser mais igual, tal como aconteceu na Copa América de 2015, registava-se um empate a zero no final de 120 minutos de jogo. No desempate por grandes penalidades, o Chile venceu por 4-2 (em 2015 o desempate por grandes penalidade tinha terminado 4-1 a favor dos chilenos). Se Messi tem sido a grande figura desta Copa América pela positiva, ontem foi pela negativa, o astro argentino falhou uma das grandes penalidades num remate que nem sequer levou a direção da baliza.

A final desta edição da Copa América não foi bem jogada muito por culpa do árbitro da partida, que começou a distribuir cartões sem qualquer tipo de critério disciplinar logo no início do jogo de tal maneira que as duas equipas chegaram ao intervalo já reduzidas a dez jogadores, Marcelo Díaz foi expulso do lado do Chile com duplo amarelo aos 29 minutos e Marcos Rojo viu o cartão vermelho direto aos 43 minutos. Curiosamente, o jogo foi bem melhor no prolongamento do que nos 90 minutos regulamentares com o Chile a aguentar bem o ímpeto dos argentinos que procuraram mais o ataque.

No desempate através de grandes penalidades, Vidal falhou o primeiro para o Chile, mas Messi não fez melhor e acabou por falhar também. Quando o marcador se fixava nos 3-2, Lucas Biglia permitiu uma grande defesa a Claudio Bravo e Francisco Silva acabou por fixar o 4-2 final e dar assim a vitória aos chilenos.

O Chile conquista assim a sua segunda Copa América da história, a segunda consecutiva em dois anos. A Argentina repete o segundo lugar e Messi não consegue conquistar uma grande competição pela sua seleção, duas finais perdidas em dois anos. No terceiro lugar ficou a Colômbia que venceu a equipa da casa, os Estados Unidos da América por 1-0 com um golo de Carlos Bacca.