A cerimónia decorreu no congresso Nacional, em Brasília, de acordo com as informações da Presidência Brasileira, onde foi acompanhada por quatro mil agentes policiais, das Forças Armadas, do Corpo de Bombeiros e da Companhia de Trânsito. Vinte e sete representantes de vários países estiveram presentes na maior formalidade que deu início com o novo ano. Portugal não deixou de ocupar o seu lugar no plenário da Câmara dos Deputados e foi representado pelo vice-primeiro-ministro, Paulo Portas. A Presidente da República declarou o termo de posse e prometeu "manter, defender e cumprir a constituição. Observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro.

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Sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil".

Nos próximos 4 anos, Dilma elegeu a educação como prioridade das prioridades. É um dos temas com maior significado para o #Governo que a partir de agora vai reunir todas as forças necessárias para um melhor investimento e desenvolvimento do setor. A presidente acrescentou que só assim haverá liberdade e portas abertas para um futuro próspero da população brasileira. A petrolífera Petrobras, envolvida em vários escândalos de corrupção, não deixou de ser contestada e, com ela, articula-se a promessa de um combate enérgico ao cenário atual da empresa, através de uma estrutura rigorosa e de um maior controlo estatal.

A mensagem de responsabilidade e esperança para um futuro melhor em todas as áreas é anunciada juntamente com as diretrizes do novo governo.

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Novas necessidades são traçadas, destacando-se a aceleração do crescimento da economia, o investimento em infraestruturas, energias e logísticas para a formação de um país mais competitivo. Rousseff também recordou os feitos do seu primeiro mandato. A presidente afirmou que o país conquistou um feito histórico ao superar a extrema pobreza e que o fim da miséria será apenas um começo.

Dilma Rousseff, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais em 1947, é a primeira mulher a governar o Brasil, sendo reeleita a 26 de Outubro de 2014 com 51.64% dos votos nas eleições mais disputadas na história da democracia do Brasil.