Glenn Thomas, consultor em Genebra, porta-voz da Organização Mundial de Saúde, especialista em SIDA e, principalmente, no vírus Ébola, estava a bordo do Boeing 777 da Malaysia Airlines abatido na fronteira entre a Ucrânia e Rússia. Terão sido dois coelhos abatidos numa cajadada só? Pergunta o público, amigos, cientistas e o escritor Steve Quayle, que no seu site recuperou a notícia e elaborou uma "cronologia de estranhas mortes de cientistas", precisamente chamada Dead Scientists. A notícia é do ano passado, mas agora tem vindo a ser recuperada nos canais sociais e por investigadores acerca da origem do Ébola.

Descobriu-se que Glenn Thomas estava envolvido nas investigações que traziam à luz pública a origem dos testes do vírus Ébola no laboratório de armas biológicas no hospital em Kenema, Serra Leoa.

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Thomas morrera no infeliz voo da Malaysia Airlines abatido na Ucrânia. O que fez espoletar a atenção pública para uma sequência de factos e de "ligações perigosas" ainda por explicar. Agora que este laboratório foi fechado por ordem do governo da Serra Leoa, surgem mais detalhes acerca dos interesses que estão por detrás da sua gestão e funcionamento.

Bill e Melinda Gates têm ligações com laboratórios de armas biológicas localizados em Kenema, o epicentro do surto de Ébola que se desenvolveu a partir do hospital onde eram feitos os ensaios clínicos em seres humanos para o desenvolvimento de uma alegada vacina. Mas agora, após o início de uma pesquisa informal, aparece também o nome de George Soros, que através da sua Fundação, financiava o mesmo laboratório de armas biológicas, refere o site do Appunti Italiani.

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Glenn Thomas tinha conhecimento das provas que mostram que o laboratório tinha manipulado o diagnóstico positivo para o Ébola (em nome da Universidade de Tulane), a fim de justificar o tratamento médico coercivo para a população e submetê-lo a uma vacina experimental mas que, de facto, transmitiria o próprio Ébola. Glenn Thomas tinha-se recusado a ocultar o facto, ao contrário de outros cientistas e colegas que agora estão bem cientes de que Glenn Thomas foi assassinado. Os canais oficiais e os media convencionais não têm noticiado nada acerca da existência de armas biológicas no laboratório de Kenema, muito menos no encerramento do laboratório ou a ordem para encerrar o teste de Ébola pela Universidade de Tulane. Muito menos sobre a associação da morte de Glenn Thomas no atentado ao Boeing que vitimou ainda quase 300 pessoas na Ucrânia.

E porque é que, se outros canais sabiam e divulgaram esta informação através das redes sociais, a OMS (Organização Mundial de Saúde) e as instituições de saúde evitam divulgar esta mesma informação e agir? O bilionário George Soros, por meio da Soros Foundation Open Society, tem implementado "investimento significativo" no "triângulo da morte pelo Ébola" na Serra Leoa, Libéria e Guiné.

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Portanto, George Soros tinha um motivo para eliminar o porta-voz da OMS Glenn Thomas e assim impedir a propagação da notícia através dos canais oficiais de que o surto de Ébola foi orquestrado numa mesa de laboratório de armas biológicas.

A tese de que Thomas seria assassinado no acidente do Boeing 777 é atraente, "no entanto sacrificar outras 297 vidas para isso é uma tese que fica muito longe de ciência", de acordo com Joseph Ippolito, director científico do Instituto de Doenças Infecciosas "Lazzaro Spallanzani", Roma, comentando a ligação dos factos e as novas descobertas. #Ébola