O gigante site de vídeos online YouTube apresentou os resultados líquidos referentes ao ano de 2014, onde registaram um aumento de 25% nas suas receitas. No entanto este aumento não se traduziu em lucros líquidos na empresa, pois os quatro mil milhões de dólares em receitas apenas cobrem os gastos com equipamento tecnológico e custos de conteúdos. O YouTube foi adquirido pela #Google em 2006, mas só a partir do ano de 2010 é que começou a aumentar as receitas. O crescimento exponencial do Facebook, do Twitter, do Netflix e da Amazon fazem com que o YouTube tenha trabalhos redobrados para conseguir garantir uma quota de mercado que lhe permita ser rentável e, dessa forma, vão tentar modificar um pouco o conceito do site.

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A principal dificuldade com que o YouTube se tem deparado está associada ao alargamento do seu público-alvo. Por norma quem frequenta de forma mais assídua o site é a população jovem, mas no entanto a maioria desses acessos é feito através da consulta de links individuais e não por acessos propositados ao site. Como grande ambição, o YouTube pretende passar a ser utilizado como se utiliza uma televisão, ou seja, que os seus utilizadores acedam ao site para acompanharem canais de conteúdos temáticos. Outra das apostas, para além dos canais temáticos, foi a criação de serviços pagos, como o serviço de música semelhante ao Spotify e que foi lançado em novembro do ano passado.

A necessidade de mudar o conceito é urgente ao compararmos os serviços e receitas gerados pelos seus principais concorrentes.

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Comparando as receitas do YouTube com o Facebook, verificamos que a diferença é enorme, pois o Facebook registou receitas na ordem dos 12 mil milhões de dólares, o que lhe fez conseguir lucros de sensivelmente três mil milhões de dólares. Por outro lado temos o crescimento da Amazon e do Netflix que estão a conseguir obter cada vez mais seguidores através da aposta na criação de conteúdos televisivos temáticos devidamente licenciados e que estão a ser bastante bem recebidos pelo público.

Esperam-se novidades no YouTube no decorrer deste ano, quer seja ao nível dos conteúdos como também do próprio conceito do site, para que consigam acompanhar a evolução que o mercado está a viver. #Negócios