Os eurodeputados reuniram-se para debater a situação na Ucrânia, o acordo com a Grécia e a luta contra o #Terrorismo, com a presença do presidente da Comissão Europeia e o presidente do Conselho Europeu. Numa sessão plenária em Bruxelas com a presença de Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, e Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, os debates do Parlamento Europeu prenderam-se com resultados da reunião informal dos líderes europeus de 12 de fevereiro.

O dia ficou marcado pelos debates sobre as violações do acordo de cessar-fogo Minsk II entre a Ucrânia e a Rússia. As críticas ao governo de Putin foram duras e muitos eurodeputados defenderam a aplicação de sanções à Rússia.

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A situação da Grécia também foi abordada, devido ao acordo alcançado entre o governo helénico e o Eurogrupo, com reações positivas. É de relembrar que esse acordo é uma extensão ao programa de ajustamento e dá à Grécia mais quatro meses para cumprir as suas obrigações, com medidas de combate à evasão fiscal e à corrupção, e não adianta dinheiro da próxima tranche.

Luta contra o terrorismo em debate

Devido à constante ameaça do Estado Islâmico e os recentes atentados em Paris, o tema do combate ao terrorismo ganhou nova força nas instituições europeias. O debate no hemiciclo prendeu-se essencialmente sobre os três aspetos discutidos na reunião dos líderes europeus, a 12 de fevereiro: garantir a segurança dos cidadãos, prevenir a radicalização e proteger os nossos valores, assim como cooperar com os parceiros internacionais.

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Foi de saudar a criação de um registo europeu de identificação de passageiros.

Segundo o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, é preciso tirar pleno partido do quadro de Schengen, ao usá-lo como uma solução e não como um problema, pela realização de controlos sistemáticos e coordenados de cidadãos da União Europeia nas fronteiras externas, com base em indicadores de risco comuns. O financiamento do terrorismo e os conteúdos online que promovem tal prática também foram abordados, assim como a situação preocupante na Líbia.