Desde o início do ano, os casos de terrorismo na Europa têm vindo a aumentar de uma forma indiscriminada. Desta vez, em Praga viveram-se momentos de terror, quando um homem fez reféns cerca de vinte pessoas, dentro de um restaurante local, o Uherský Brod. Depois de um tiroteio, o sequestrador terá morrido, juntamente com oito inocentes. As motivações são ainda desconhecidas.

Depois de França, Bélgica e Dinamarca, hoje foi a vez da República Checa presenciar um atentado macabro contra a sua população. Apesar das informações até esta altura serem escassas, o ataque terá ocorrido no final da manhã, dentro de um restaurante no centro da cidade.

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Alegadamente, o suspeito terá entrado a disparar no estabelecimento, com cerca de vinte pessoas no local.

Aquando a chegada da polícia checa, o atirador optou por fazer alguns reféns. As motivações e os objectivos do criminoso ainda são desconhecidos, contudo as negociações não terão chegado a bom porto com o departamento responsável, pelo que os polícias decidiram entrar no restaurante, altura em que se ouviram cerca de vinte e cinco disparos, segundo testemunhas no local. A agência noticiosa CTK avança que pelo menos nove pessoas morreram, sendo que uma delas será o atirador. A situação estará por isso controlada e neste momento a polícia checa tenta chegar a algumas conclusões sobre o sucedido.

Com mais um ataque confirmado em solo europeu, o velho continente nunca na sua história teve um início de ano civil tão negro, no que ao #Terrorismo diz respeito.

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No espaço de dois meses, várias grandes cidades europeias foram vítimas de ataques cobardes contra os seus cidadãos. Em resposta a este fenómeno, todos os membros da União Europeia têm tentado implementar medidas de segurança para prevenir e detectar possíveis ataques terroristas nos seus territórios. Sendo a Europa o continente mais democrático e com políticas fronteiriças mais liberais em todo o mundo, vários são os grupos políticos, com fortes motivações à direita, que defendem uma maior rigidez no controlo das suas populações, algo que vai contra um dos pilares da União Europeia.