Loretta Burroughs, de 63 anos, foi considerada culpada pela morte do marido, Daniel Burroughs. A mulher, considerada pelos vizinhos, como "amorosa e simpática", terá esfaqueado o marido, e depois cortou-o em pedaços, guardou-o em caixas, e andou com os pedaços, de casa em casa, durante seis anos. Tal como com a cabeça da vítima, a qual guardou dentro de uma bolsa de mão. O #Crime aconteceu em 2007, na casa do casal, em Mays Landing, New Jersey.

Em Maio de 2013, a polícia descobriu o sucedido e, agora, os júris do tribunal consideraram Loretta culpada por homicídio em primeiro grau. A mulher está presa e, a 22 de Abril, ficará a conhecer a extensão da pena, que poderá ser prisão perpétua, de acordo com a imprensa norte-americana.

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Antes mesmo de que alguém suspeitasse do desaparecimento de Daniel, foi a esposa a apressar-se a contar aos vizinhos que o marido a tinha deixado, e rumado à Florida, acompanhado de uma amante, mais jovem. Cenário aceite pelos moradores locais, que nunca desconfiaram que um crime como este pudesse ter sucedido.

Quem nunca acreditou nesta história foi um irmão da vítima, que denunciou à polícia o desaparecimento de Daniel, duvidando que o irmão pudesse desaparecer, sem contactar ninguém. A esta investigação, somou-se a de algumas fraudes que Loretta terá cometido, após o assassinato do marido, de que a polícia nunca terá perdido o rasto. Após cometer o hediondo crime, Loretta Burroughs, mudou-se três vezes de casa e preparava uma quarta mudança. Ela assinava os documentos, falsificando a assinatura do marido, e terá mesmo conseguido divorciar-se...

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do defunto.

Quando a polícia se deslocou a casa da mulher de 63 anos, viram o ar de culpada assim que esta abriu a porta. "O corpo dela tremia, ficou sem cor, mexia com as mãos... estava muito nervosa", declarou o sargento Lynn Dougherty, citado pelo jornal britânico Mirror. Foi a detetive Caroline MacDonald que, ao fazer buscas na casa, encontrou duas caixas embrulhadas em muitos plásticos no quarto de hóspedes. À medida que foi procurando, começou a sentir o cheiro da decomposição do corpo, momento em que chamou um especialista forense.

E foi o médico, Charles Siebert Jr., que viu os pedaços do cadáver, envoltos por ambientadores e sabonetes para dissimular o mau cheiro. Ao lado, numa carteira de senhora, estava a cabeça. Está, assim, encerrado mais um polémico caso, nos Estados Unidos, após anos de investigação. #Justiça