A Polícia brasileira encontra-se a investigar uma festa organizada por Celso Pinheiro Pimenta, conhecido por playboy, que se realizou na véspera de aniversário dos 450 anos do Rio de Janeiro, no Morro da Pedreira, em Costa Barros. Rui Barbosa, o delegado que acompanha o processo, diz que o caso está a ser averiguado pelas entidades policiais. Contudo, a polícia está a analisar o caso cautelosamente devido à dimensão da festa. Até ao momento ainda nada foi apurado e o processo segue em total sigilo. A festa decorreu na madrugada de sábado para domingo, impossibilitando que se arranjasse testemunhas, pois o acontecimento ainda é recente.

Segundo a reportagem do jornal "O Dia", Celso Pinheiro Pimenta distribuiu drogas e colocou vários seguranças pelos recintos.

Publicidade
Publicidade

O traficante diz que para a polícia chegar ao local, só se o fizesse de helicóptero. Na terça-feira, dia 3 de Março, o secretário José Mariano Beltrame afirmou que não valoriza criminosos, no entanto, afirma que Celso "apareceu há cerca de dois anos e está a ser valorizado". O secretário diz que já se prenderam vários criminosos no Paraguai, no Nordeste e em outros lados, e que o ponto crucial é diminuir a criminalidade.

Na madrugada de dia 31 de Dezembro de 2014, em Fazenda Botafogo, zona norte do Rio de Janeiro, foram roubadas cerca de 193 motas que estavam dentro do Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro (Detro), sendo este #Crime uma das relações com o traficante playboy. O assalto envolveu 100 criminosos e não houve qualquer reação por parte dos funcionários do Departamento de Transportes Rodoviários.

Publicidade

Suspeita-se que o assalto tenha sido comandado por Celso Pinheiro, que está a ser investigado por roubos de carros em várias regiões. O acontecimento está a ser analisado pelo departamento policial de Honório Gurgel.

Recorda-se que, no dia 7 de Fevereiro, o playboy pagou 648 mil reais para ser libertado pela polícia, que o prendeu no Morro da Pedreira em 2014. O bandido entregou 2 ak-47 e obrigou dois parceiros a entregar todos os cordões de ouro que usavam aos agentes que os prenderam. Aguarda-se, futuramente, por parte das entidades policiais, informações a respeito deste traficante, considerado um dos mais procurados do Rio de Janeiro.