Singapura foi eleita a cidade mais cara do mundo, pelo segundo ano consecutivo, de acordo com o Economist Intelligence Unit (EIU). Paris, Oslo e Zurique são outras das cidades europeias que ocupam o pódio da lista das cinco cidades mais caras. Foram analisadas 133 cidades, tendo como referência os preços de Nova Iorque. Foram comparados preços de mais de 150 produtos e serviços, tais como contas de água, luz, gás e vestuário.

Na cidade asiática, o valor das compras básicas de alimentação é mais caro 11% do que em Nova Iorque, e no vestuário os preços chegam a ser 50% mais elevados do que na cidade que nunca dorme. Nos transportes os preços também ascendem, sendo três vezes mais caros do que em Nova Iorque.

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Segundo a BBC, esta lista não tem em conta a valorização do franco suíço, pois caso tivesse sido considerada esta valorização, que aconteceu depois do Banco Nacional Suíço ter abolido a taxa de câmbio aplicada ao euro, Zurique seria a cidade mais cara do mundo de acordo com o EIU.

As cidades menos dispendiosas do mundo são a cidade paquistanesa Karachi, Caracas, capital venezuelana, e as cidades indianas de Bangalore, Mumbai e Chennai. De acordo com o EIU, é "muito raro" que as cinco cidades mais caras do mundo não se alterem no ano seguinte, tendo em conta a descida dos preços do petróleo e as deflações nos vários mercados mundiais, especialmente nos mercados europeus. Seul está na lista das 10 cidades mais caras com uma subida de 6 lugares, a cidade de Genebra desceu um lugar, a capital dinamarquesa subiu dois lugares.

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A Suíça e a Autrália estão representadas por duas cidades cada.

As questões relativas ao câmbio tiveram um papel importante para a grande descida da capital da Venezuela, a cidade de Caracas, que teve uma descida de mais de 120 lugares no ranking, razão pela qual perdeu o sexto lugar e encontra-se agora na lista das cinco cidades com os preços mais baixos do mundo. Em 2014, Singapura ocupou o lugar de cidade mais cara do mundo destronando Tóquio, cidade mais cara em 2013. Este ano, a capital japonesa ocupa o 11.º lugar, devido à descida do iene em relação ao dólar. #Negócios