Segundo o ranking do Economist Intelligence Unit (EIU), agência ligada ao semanário britânico Economist, o top 5 é ainda composto por Paris em segundo lugar, Oslo em terceiro, Zurique em quarto e Sydney em quinto. Singapura não é a única cidade repetente neste top, uma vez que os restantes primeiros quatro lugares são ocupados pelas mesmas cidades de 2014. A Europa tem assim três cidades nesta lista.

Para o ranking do EIU foram analisadas 133 cidades e 160 produtos e serviços de todo o mundo, tendo por base os preços de Nova Iorque. Fazer compras básicas de alimentação em Nova Iorque fica 11% mais barato do que em Singapura.

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No setor do vestuário, o pódio é partilhado com Seul, cidade da Coreia do Sul e os preços praticados são 50% mais elevados do que na "Big Apple".

É muito raro que o top das cidades mais caras do mundo se mantenha o mesmo de um ano para o outro, tendo em conta questões como a atual descida nos preços do petróleo e a situação de crise económica na zona euro. Mas se o top 5 se manteve inalterado de 2014 para 2015, os restantes lugares sofreram verdadeiras reviravoltas. Caracas, capital da Venezuela, é um dos casos mais gritantes, a cair do sexto lugar no ano passado, para uma das cidades onde o custo de vida é mais barato em 2015. A queda é de 124 lugares.

No entanto, segundo a BBC, a lista não teria esta composição se fatores como a recente valorização do franco suíço tivessem sido considerados pela Economist Intelligence Unit.

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Caso este aspecto fosse tido em conta, então Zurique não seria a quarta cidade mais cara do mundo, mas provavelmente destronaria Singapura e ocuparia o primeiro lugar.

Do outro lado do ranking estão as cidades onde o custo de vida é o mais barato do planeta. E são elas: Karachi, no Paquistão, Caracas, na Venezuela, e as cidades indianas de Bangalore, Bombaim e Chennai. Quanto ao líder do ranking de 2013, Tóquio, ocupa agora o 11.º lugar. A capital do Japão perdeu a liderança para Singapura devido à desvalorização do iene relativamente ao dólar.