De acordo com um jornal português, ficámos hoje a conhecer quantos portugueses são procurados neste momento pela Organização Internacional de Polícia Criminal, a Interpol. Num total de 24, estes cidadãos com nacionalidade portuguesa são procurados por crimes especialmente ligados ao tráfico de drogas, exploração sexual e crimes económicos.

Nomes conhecidos, como Duarte Lima, ou até mesmo de desconhecidos, como Telma Couto, figuram nesta lista, em comum têm apenas um aspecto: são procurados pela polícia internacional. De acordo com as informações, cinco destas pessoas são procuradas por terem cometido homicídio ou pela tentativa do mesmo #Crime.

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Natural do Porto, Carlos Daniel Couto Martins, de 41 anos, é um dos que constam nessa lista, bem como Sérgio Ferreira Menezes, Daniel Costa, Telma Couto e Duarte Lima.

Telma era, em 2014, ano em que entrou para a lista dos mais procurados, a única mulher a fazer parte deste inventário. Aos 27 anos, esta mulher natural de Santarém, foi acusada da tentativa de ter envenenado o marido e depois lhe ter aplicado um golpe no pulso, enquanto viviam na Suíça. Continua até hoje sem se saber do seu paradeiro. Também o advogado Duarte Lima está a ser procurado no Brasil por ter morto a sua cliente Rosalina Ribeiro, em dezembro de 2009. Contudo, como o suspeito está a ser julgado em Portugal pelo caso BPN não pode ser extraditado para o Brasil.

Relativamente aos crimes relacionados com tráfico de pessoas ou exploração sexual, encontramos Clemente do Nascimento Correia, natural de Bragança, que aos 66 anos lucra com esquemas internacionais de prostituição.

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Há ainda outros suspeitos procurados, como Bruno Costa Sousa e Bruno Moreira. Os crimes económicos também têm portugueses associados. Aqui surgem nomes como o do ex-vice-cônsul de Portugal em Porto Alegre, Adelino Pinto, que se apropriou de mais de um milhão de euros.

Estima-se ainda que estejam detidos em prisões de outros países cerca de 1700 cidadãos com nacionalidade portuguesa, apesar de só serem contabilizados aqueles que pedem auxílio às autoridades de Portugal.