Dimitri Harrell, de 21 anos, está acusado, pelo Estado do Minnesota, nos Estados Unidos, pelo #Crime de homicídio em segundo grau, após ter morto a tiro a noiva, Samirria White, de 19 anos. Depois de uma discussão conjugal no quarto do casal, o jovem terá pegado numa arma de fogo e, com a filha de ambos no colo, atirou sobre a noiva, ferindo-a mortalmente na cara, de acordo com a polícia. A infidelidade dele terá sido o mote da discussão.

Harrel terá já admitido à Polícia que o relacionamento que mantinha com a noiva e mãe da filha se vinha a deteriorar desde o nascimento do bebé. O casal vivia junto há alguns meses num apartamento em Saint Paul, no Minnesota.

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Contudo, as causas para o mal-estar do casal deviam-se a situações de ciúmes e acusações de infidelidade por parte da jovem, que insinuaria que o marido a traía. O homem, por seu lado, defende-se afirmando que os ciúmes da companheira se deviam ao facto de ter um outro filho, ainda bebé, com outra mulher.

Foi o irmão da jovem o primeiro a deparar-se com o corpo da vítima. O jovem, um rapaz de 16 anos, estava em casa, num outro quarto, mas garante ter ouvido a irmã a gritar "Não me apontes essa arma", imediatamente antes de ouvir o disparo da arma. O rapaz correu até ao quarto e quando chegou viu a irmã, caída no chão, já sem vida. Deu imediatamente conta do incidente às autoridades e, pouco depois, uma equipa médica chegou e declarou o óbito de Samirria White. O alegado autor do crime tinha-se posto em fuga ainda antes do irmão da vítima ter entrado no quarto.

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Mais tarde, a polícia encontrou a arma do alegado crime, na posse de um amigo de Harrel. Entretanto, o suspeito disse no interrogatório policial que tinha a arma guardada no colchão da filha, mas que julgava tê-la descarregada e que terá disparado acidentalmente, enquanto a punha no bolso. Dimitri Harrell encontra-se à espera de julgamento, estando sob custódia após pagar uma fiança de aproximadamente 185.000 euros. Caso seja provado o crime, poderá incorrer numa pena de prisão até 40 anos. #Justiça