Segundo o jornal francês Le Parisien, a companhia aérea low-cost Ryanair foi alvo de um ataque de hackers chineses. Os piratas informáticos terão entrado numa conta bancária da empresa, através de um banco chinês, e roubado cerca de 5 milhões de dólares (4,7 milhões de euros). A empresa fez saber, através de um comunicado, que espera recuperar rapidamente a quantia monetária. No mesmo comunicado, a companhia aérea já informou que está a "trabalhar com os seus bancos e com as autoridades competentes". Aliás, a Ryanair já "tomou medidas para evitar que este tipo de situação se volte a repetir".

Segundo o jornal francês, a Ryanair tem várias contas bancárias, onde, na maior parte, a moeda é o Euro.

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No entanto, aquela a que os piratas informáticos tiveram acesso continha dinheiro em dólares para pagar Querosene, também conhecido por "petróleo iluminante" ou "óleo de parafina". O jornal Irish Times refere que a autoridade judiciária que está a investigar o caso, na Irlanda, já terá localizado os fundos roubados por parte dos hackers, numa cooperação internacional com agências localizadas na Ásia.

Fundada em 1985, e com sede em Dublin, na Irlanda, a Ryanair é uma transportadora aérea de baixo custo, que faz ligações exclusivamente na Europa. É uma das maiores empresas low-cost do continente europeu, operando, atualmente, em 362 rotas em 22 países. Foi a primeira companhia aérea estrangeira a estabelecer uma base em Portugal, mais propriamente no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

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Contudo, até ao momento, já estabeleceu também bases em Lisboa e em Faro.

A transportadora aérea cobre já quase todo o território português, uma vez que iniciou as ligações para o Arquipélago dos Açores há um mês. O Aeroporto da Madeira é o único aeroporto internacional, em Portugal, que ainda não conta com viagens da companhia irlandesa. A título de curiosidade, é de recordar que a primeira viagem da Ryanair em Portugal foi em 2002, quando a empresa fez uma ligação entre Dublin, capital irlandesa, e Faro. #Crime