As autoridades policiais do Rio de Janeiro dão praticamente como "esclarecido" o caso da morte de um ex-militar luso-brasileiro do Exército Português com a detenção dos três principais suspeitos do #Crime. Douglas Clemente Ferreira, de 32 anos, foi executado com quatro tiros na cabeça. Os autores do crime, e numa tentativa de não deixar pistas, pegaram fogo ao corpo do jovem. O crime aconteceu no início deste mês, a 7 de abril, entre Curicica e a Favela da Rola, zona de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, mas só agora a divisão de homicídios da Polícia do Rio de Janeiro deu a investigação como "praticamente concluída" com a detenção dos três suspeitos, entre os quais um polícia militar e amigo do luso-brasileiro.

Segundo declarações à imprensa do delegado da Polícia do Rio de Janeiro, Daniel Rossa, o ex-oficial do Exército Português - ao serviço ente 2010 e o ano de 2012 - terá sido atraído para encontro com o polícia militar e mais dois cúmplices para comprar ouro.

Douglas Clemente Ferreira levou consigo cerca de 40 mil reais (pouco mais que 12 mil e 500 euros) para o negócio, mas o polícia militar, conhecido como "Ferrari", não levou a mercadoria prometida. Este terá dito que o ouro estava noutro local e o ex-militar lusodescendente seguiu-o, deixando para trás dois amigos que levara consigo por receio de ser enganado.

Segundo a Polícia do Rio de Janeiro, Douglas Clemente Ferreira foi conduzido, de carro, para a Rua Herveira, em Curicica. Aqui terá havido um desentendimento ente os intervenientes e que levou à execução com quatro tiros na cabeça do ex-militar luso-brasileiro.

Os dois cúmplices do polícia militar "Ferrari", Maicon Bonfácio e Vinícios Oliveira, ficaram com alegada missão de se livrar do corpo de Clemente, levando-o para a Favela da Rola, onde decidiram pegar fogo à vítima mortal. O corpo do luso-brasileiro foi identificado porque este se encontrava de punhos cerrados, permitindo à investigação recolher impressões digitais.

Os três detidos estão em prisão preventiva, não confessaram o crime e aguardam por julgamento. #Justiça