Ria Cheruvu não é uma menina como as outras. Aos 11 anos, ela já completou o ensino secundário e prepara-se agora para ingressar na Universidade Estadual do Arizona, a fim de estudar Ciências da Computação. Desde cedo que os pais de Ria perceberam que a sua filha aprendia mais depressa que os outros. Quando a menina tinha apenas 4 anos de idade, foi-lhe sugerido que a movessem do infantário diretamente para o terceiro ano.

Sunitha e Sunil Cheruvu não gostaram da ideia de ver a filhota saltar tantos anos e por isso inscreveram-na no primeiro ano, numa escola privada do Arizona. Mesmo antes de terminar esse ano letivo, os pais queriam ver como Ria se daria numa escola pública e lá fizeram a transferência… mas para o quarto ano, a dois meses de acabar as aulas.

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E foi assim que Ria Cheruvu completou o ensino primário.

Ainda assim, o desafio era curto: "A Ria chegava a casa e dizia-me que estava aborrecida com as aulas e que até os professores já começavam a notar", diz a mãe. Após terem realizados uns testes à menina-prodígio, a escola sugeriu então que ela fosse movida para o sexto ano. Daí até ao 10º ano, as aulas foram completadas no tempo habitual. Nessa altura, a pequena começou a fazer testes de competência que lhe permitiram terminar o ensino secundário com 6 anos de avanço.

Além dos dotes académicos, Ria também toca piano, canta, pratica golfe, ténis e ainda tem tempo de brincar com os amigos e fazer visitas de estudo, algo que aprecia particularmente. Já visitou parques estaduais, museus e até uma estância de esqui: "adoro visitas de estudo porque além de educativas também são divertidas", diz a estudante.

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"Ter a possibilidade de partilhar conhecimento e aprender coisas com pessoas novas é algo muito entusiasmante para mim".

Os professores estão encantados: "Ela é uma aluna brilhante", revela o professor de Biologia. "De longe, a melhor da turma". Sobre a entrada na universidade, acrescenta: "Vai ser um desafio para uma menina tão nova estar rodeada de estudantes mais velhos, mas a nível intelectual ela não terá problemas". #Educação