Robert John Lind, de 34 anos, admitiu ter ejaculado várias vezes no café de uma colega de trabalho, durante seis meses, por estar apaixonado por ela e pretender a sua atenção. Agora, poderá mesmo ser condenado a prisão, por ter atentado contra a intimidade da vítima, num comportamento asqueroso. Pat Maahs, a grande vítima nesta situação, declarou, em tribunal, que andava a estranhar o gosto do café, até que encontrou Lind com as mãos perto dos órgãos genitais. Quando foi averiguar mais de perto, ficou "horrorizada", ao reparar "numa grande quantidade de líquido em cima da secretária", tendo deduzido, imeditamente, que se tratava de esperma.

A vítima disse que tanto a sua secretária como a chávena do café tinham um odor muito intenso, um misto de urina, mas não só, o que condizia com o sabor estranho que ela reparara, repetidamente, no seu café.

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Quando confrontado pela polícia, Lind admitiu ter ejaculado quer na secretária da colega, quer no café, tudo isto repetido várias vezes, durante seis meses. Questionado sobre o porquê destas atitudes, o homem alegou estar apaixonado pela colega, Pat Maahs, e considerou que o seu comportamento seria uma maneira de captar a atenção dela.

Este caso aconteceu em New Brighton, no Minnesota (Estados Unidos), num Estado onde a Lei poderá encontrar uma lacuna. A jurisdição local não classifica o comportamento deste homem como um crime, relacionado com a violação da intimidade ou de outra natureza. A vítima, no entanto, promete lutar até onde puder, para pôr fim a esta lacuna da lei, para que este homem, como outros que têm comportamentos semelhantes, sejam acusados como agressores à intimidade.

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Robert John Lind e Pat Maahs trabalhavam juntos, numa loja de ferragens, há mais de 14 anos, numa convivência entre colegas de trabalho que a vítima considera de normal. Os actos do homem terão acontecido nos últimos seis meses, alegadamente, por este se ter apaixonado pela colega de trabalho. Robert John Lind vai a julgamento, a 22 de Maio, e poderá enfrentar uma pena até um ano de prisão. #Justiça