A comunidade científica está em alerta devido aos ruídos captados por Daniel Bowman, um estudante da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. Os sons, apelidados de ''alienígenas'' pela comunidade científica, estão a deixar a NASA em estado de alerta. Os mesmos só são perceptíveis ao ouvido humano com o aumento da velocidade das gravações, que foram captadas em frequência de 20 hertz, a 35 km da superfície terrestre.

Daniel afirmou que os sons "pareciam uma coisa dos ficheiros secretos", famosa série dos anos 90. A NASA, por outro lado, ainda não fez qualquer revelação sobre a gravação. No entanto, sabe-se que após análise da mesma, não encontra qualquer explicação para este fenómeno.

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O ruído foi captado pelo jovem estudante através de um balão de hélio lançado a 9 de Agosto de 2014. Os sensores de som colocados no aparelho suscitaram interesse e foram alvo de estudo, dado que nunca antes se havia lançado para a estratosfera um aparelho que aguentasse até aos 35 km de altura e que estivesse tanto tempo em gravação.

O êxito deste estudante fez tanto furor que a NASA já pondera apoiar um próximo projecto. Daniel Bowman não esperava que o seu estudo tivesse um impacto reflectido a nível mundial, um avanço científico do qual aguardaremos com expectativa mais novidades. No entanto, os mais cépticos já vieram afirmar que estes sons podem ser produzidos nestas frequências por terramotos, tsunamis e outras catástrofes naturais.

O próximo projecto irá decorrer ainda este ano, segundo declarações da companhia espacial, mais uma vez entre o Novo México e Arizona onde estes sons foram gravados.

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Serão longos meses de gravações para filtrar, e, até lá, vamos acompanhar esta história de perto e aguardar as novidades da NASA. Não sabemos realmente o que captaram estes microfones, apenas se sabe que deixou os peritos bastante curiosos e com vontade de pesquisar por mais. Sabemos que o infinito e o desconhecido do Universo desperta nos seres humanos uma curiosidade sem fim, mas agora apenas nos resta esperar por mais novidades. #Espaço