No passado domingo, dia 26 de Julho, em Newark, Estados Unidos da América, um emigrante português foi assassinado com um tiro no peito nas ruas da cidade. Segundo avança o jornal "Público", as autoridades locais descobriram o corpo de Agostinho Sousa, 40 anos, num beco, minutos após o homicídio. O emigrante português estaria num café a tomar o seu pequeno-almoço, tal como fazia todos os dias, e terá sido alvo de uma tentativa de assalto. Alguns emigrantes da enorme comunidade portuguesa presente em Newark garantem que Agostinho Sousa terá resistido ao assalto, sendo covardemente assassinado por causa de um telemóvel.

A comunidade portuguesa está em choque com o assassinato de Agostinho Sousa, em plena luz do dia num bairro normalmente frequentado pelos emigrantes portugueses, o Ironbound.

Publicidade
Publicidade

Para estes, segundo noticia a agência Lusa, este é apenas mais um exemplo da enorme insegurança e violência que existem nas ruas de Newark, muito por causa da falta de policiamento numa das regiões americanas com a maior comunidade portuguesa. "Isto tem que parar. Em 37 anos, nunca vi as ruas tão perigosas como agora. Vamos realizar um enorme protesto nas próximas semanas. A onda de assaltos e homicídios tem que acabar rapidamente", confessou José Rodrigues à agência "Lusa".

Segundo noticia o jornal "Público", Agostinho Sousa foi assassinado à porta de um café onde costumava ir regularmente. A causa da morte ainda é desconhecida, mas de acordo com alguns emigrantes portugueses, esta deveu-se à resistência a um assalto à mão armada. O emigrante português terá negado dar o seu telemóvel ao assaltante, levando a que este disparasse um tiro no peito do português.

Publicidade

As autoridades avançam que encontraram o corpo num beco, cerca de dez minutos depois do homicídio. Mais tarde, informaram que haviam encontrado uma carrinha suspeita, que poderia ser do criminoso em fuga, visto que esta tinha sinais claros de tentativas de a incendiar.

A comunidade portuguesa é tão representativa em Newark que o Xerife do Condado é luso-americano, Armando Fontoura, o qual já comunicou à imprensa local que quem fornecer alguma informação importante que leve à captura do homicida a monte tem direito a uma recompensa de 10 mil dólares. Anthony Campos, também este luso-americano e chefe da polícia de Newark, já veio a público garantir a total segurança desse mesmo informador, declarando que não há motivos para preocupação com uma possível represália. #Crime #Emigração