Depois de Pedro Horta ter sido violentamente assassinado num prédio abandonado a 17 de Junho, só na passada quarta-feira, dia 22 de Julho, o principal suspeito foi detido. Segundo avança a agência de notícias ANSA, o emigrante português, a viver em Milão, terá sido assassinado pelo seu colega de apartamento e alegado amigo brasileiro, Melquisedeque Silva de Almeida, por problemas com drogas. Segundo as autoridades italianas, os dois colegas terão discutido por causa de algumas gramas de cocaína, o que levou a Melquisedeque a matar o seu amigo com uma faca. O suspeito, de 22 anos, já terá confessado o #Crime e explicado as suas motivações.

O mistério da trágica morte do jovem emigrante português em Milão parece estar finalmente resolvido.

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Pedro Horta foi encontrado morto num prédio abandonado numa das cidades mais visitadas de Itália, depois do seu pai ter comunicado o desaparecimento do seu filho, a 17 de Junho deste ano. Segundo noticia a agência ANSA, o amigo brasileiro, depois de ter assassinado o seu amigo português, fugiu imediatamente da cidade, nunca mais tendo sido visto pelos seus amigos brasileiros. Terão sido precisamente estes, também amigos de Pedro Horta, a denunciar Melquisedeque.

A Polícia Italiana, através de escutas telefónicas, conseguiu descobrir o paradeiro do jovem brasileiro, a residir em Itália ilegalmente e já com antecedentes criminais, desaparecido desde o trágico dia da morte de Pedro Horta. O jovem estava na cidade de Bari e, depois de ter sido detido, terá confessado o crime e explicado às autoridades que tudo se tratou de um problema com negócio de drogas.

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A agência noticiosa ANSA avança que os esfaqueamentos terão sido motivados por algumas falhas nas quantidades de cocaína.

Os dois jovens emigrantes dividiam o mesmo apartamento em Milão e o envolvimento em negócios de drogas por parte de Pedro Horta ainda é desconhecido, apesar de haver fortes indícios de que o português, juntamente com vários amigos brasileiros, consumiam e comercializavam cocaína nas ruas italianas. Melquisedeque já teria sido condenado a oito anos de prisão por fogo posto a um Centro de Identificação e Expulsão, em 2013, mas este conseguiu fugir durante dois anos à polícia italiana. Contudo, esta morte violenta ao jovem português fez com que este fosse finalmente identificado, localizado, detido e futuramente condenado. #Emigração