Dias depois de ter sido anunciada a morte do leão Cecil, de 13 anos, muitas têm sido as manifestações contra a caça a #Animais por desporto. Na semana passada a Air France, KLM, a Iberia, o IAG Cargo, a Singapore Airlines e a Qantas fizeram alterações às suas regras de transporte. Esta semana as companhias aéreas Delta Airlines, América Airlines e United Airlines também decidiram proibir o transporte de troféus de caça de animais selvagens. Esta informação foi comunicada através dos canais oficiais das companhias.

Na sequência da petição assinada por mais de 400 mil pessoas, que pedia à companhia Delta Airlines o fim do transporte de troféus de animais selvagens, a companhia americana emitiu esta segunda-feira um comunicado onde informa que será proibido o transporte de troféus de caça de elefantes, búfalos, leões, rinocerontes e leopardos, tendo esta medida efeito imediato.

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No mesmo comunicado a companhia alerta para o facto de, até à data, apenas permitir o transporte de animais que estivessem devidamente regulamentados, uma vez que o transporte de animais é permitido, por exemplo para efeitos de investigação. A companhia América Airlines seguiu os passos do Delta Airlines e comunicou através do Twitter que também não voltará a transportar troféus animais.

Esta notícia foi aplaudida por Jeffrey Flocken, director regional no norte da América do Fundo Internacional para a Proteção dos Animais, que, num artigo publicado no site da instituição, afirma que a morte do leão Cecil sensibilizou o mundo para o sofrimento que os animais em vias de extinção e as espécies ameaçadas estão a enfrentar, principalmente em África. No mesmo artigo alerta para o facto de ser necessário criar novas políticas que ajudem a prevenir que as espécies de animais em vias de extinção ou protegidas pela lei sejam transportadas com o intuito de decorar paredes de um caçador.

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Jeffrey apela ainda a que todos os apoiantes da instituição congratulem as companhias americanas por esta decisão, que considera corajosa, através de publicações no Facebook. #Causas