Um vídeo oriundo da Universidade de Indiana está a causar uma enorme polémica e terá levado à suspensão de vários estudantes nele envolvidos. As imagens mostram uma suposta orgia entre vários membros pertencentes à ATO (Alpha Tau Omega), uma república pertencente à academia norte-americana. No vídeo em questão o que mais salta à vista é um rapaz cuja cabeça se encontra entre as pernas de uma mulher. O jovem terá tentado libertar-se enquanto vários outros homens (supostos membros da república anteriormente referida) o incentivavam a continuar com o ato sexual. O sucedido rapidamente chegou aos ouvidos dos restantes membros da universidade e os membros da ATO foram suspensos.

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De acordo com o Jornal de Notícias, o vídeo em questão terá ido parar a uma página de Twitter que estaria em nome da república que incentivou ação, tendo sido removido poucos momentos depois. No entanto a página que a Universidade de Indiana tem nessa mesma rede social lamenta o sucedido, sublinhando que a academia "está comprometida com uma cultura de respeito" e que várias alegações perturbadoras ligadas ao ato levado a cabo pela ATO serão investigadas.

A mesma fonte indica que o rapaz que aparece no vídeo tem 21 anos de idade e era membro da república suspensa. De acordo com a People, "Scotty" era o nome pelo qual o rapaz era tratado durante o vídeo. Já a mulher era uma das duas bailarinas que haviam sido contratadas para a ocasião festiva. Várias fontes especulam que o ato sexual do vídeo ter-se-à tratado de um "ritual de iniciação" que o rapaz teria que completar para poder ser aceite como membro oficial da ATO, algo que foi desmentido pela direção da organização.

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Wynn Smiley, o diretor da Alpha Tau Omega, criticou o sucedido, dizendo que a festa filmada havia decorrido sem qualquer autorização da sua parte e que metade dos membros terão participado. Wynn refere que os atos do vídeo não são compatíveis com os ideais da república ATO e que o seu conteúdo é "altamente ofensivo". De acordo com o Business Insider, um porta-voz da Universidade de Indiana salientou ainda que a organização da faculdade ainda não sabe se as mulheres contratadas naquela ocasião foram obrigadas a fazer algo contra a sua vontade.

No entanto, este já não é o primeiro incidente que mancha o nome desta república: outras suspensões envolveram a oferta de álcool a menores de idade, a realização de eventos sem autorização da universidade e, ainda, por alguns membros terem mexido nos equipamentos de prevenção de incêndios na academia. #EUA