De acordo com a versão online do Jornal de Notícias, chama-se Ismael Omar Mostefai, é luso-descendente, e é um dos autores do atentado da sala de espetáculos de Bataclan. O filho de mãe portuguesa e pai argelino, que se detonou na passada sexta feira, dia 13, levou a que sete membros da sua família fossem detidos para interrogatório. De acordo com as últimas notícias, dois atacantes tinham nacionalidade francesa e residiam na Bélgica. Hoje, domingo, foi encontrado um carro preto com armas e munições que se julga ter sido usado nos ataques de Paris. 

Entre as vítimas, duas são portuguesas, um português de 63 anos que se encontrava junto do Estádio de França e uma cidadã luso-descendente que faleceu na sala de concertos Bataclan. O atentado de Paris fez 129 vítimas, deixou 352 feridos, sendo 8 são os responsáveis pelos crimes que ocorreram em seis diferentes locais de Paris. 

Os atentados tiveram início pelas 21h20 nos arredores de Stade de France, onde decorreu o jogo França - Alemanha, em simultâneo houve um tiroteio no 11º Bairro.

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Vinte e cinco minutos depois ocorreram disparos na Fontaine au Roi/Fabourg du Temple e ao mesmo tempo ocorreu uma explosão na Place de la Nation. Às 21h55 houve disparos na Charrone/Faidherbe e, por último, na sala de concertos Bataclan,onde dezenas de pessoas forma feitas reféns.  

Naquela noite a banda de Bono Vox, os U2, encontrava-se a dar um concerto na cidade das luzes, no Accor Hotels Arena, a cerca de 5 quilómetros da sala de espétaculos de Bataclan onde tocava a banda Eagles of Death Metals. 

Monumentos em várias cidades do mundo pintam-se de azul, branco e vermelho e vigílias mostram solidariedade para com as vítimas e manifestações de apoio aos franceses.  

Recorde-se que em janeiro deste ano Paris foi alvo de um ataque terrorista na sede do jornal satírico Charlie Hebdo, aalvo potencial do Estado Islâmico (e outras organizações terroristas de inspiração islâmica) depois da repetida divulgação de caricaturas do profeta Maomé.

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O ataque causou a morte a 12 pessoas e feriu 11.  #História #Terrorismo #Crime