Sete anos depois, o Bangladesh volta a assistir ao nascimento de um bebé com duas cabeças. Desta vez trata-se de uma menina, filha de um modesto agricultor, que dá graças a Alá por a filha e a mãe estarem bem de saúde. O caso insólito aconteceu na noite desta quarta-feira, 11 de Novembro, num hospital de Brahmanbaria. A situação originou a deslocação de uma multidão de pessoas até à unidade hospitalar para saudar o “bebé milagroso”. Contudo, a bebé foi transferida para o maior hospital de Daca, capital daquele país asiático.

Segundo relatou o pai à agência noticiosa France Presse, e difundida por diversos órgãos de comunicação social, a criança nasceu perfeitamente desenvolvida, mas com duas cabeças, estando a “comer pelas duas bocas e a respirar pelos dois narizes”.

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Jamal Mia, um agricultor de Brahmanbaria, a cerca de 120 quilómetros de distância de Daca, capital do país, teme não ter recursos financeiros suficientes para garantir os eventuais tratamentos necessários.

O pai declarou ainda à mesma agência noticiosa que ficou estupefacto quando viu a filha recém-nascida, tendo ficado sem saber o que pensar. Agradecendo a Deus (Alá, sendo o Bangladesg um país de maioria muçulmana) por a bebé e a mãe estarem vivas e bem de saúde. Porém, confessou ter pena por a menina ter nascido filha de um “homem pobre”, que faz da agricultura o seu modo de vida.

Já o director do Standard Hospital of Total Care, para onde foi transportada a criança depois do nascimento, informou que os primeiros exames realizados revelam que à excepção de duas cabeças, a bebé tem tudo o resto normal, ou seja, apenas um conjunto de órgãos vitais.

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Segundo o site InfoEscola, os gémeos dicéfalos, são aqueles que têm o “corpo unido com duas cabeças separadas”, sendo um dos vários tipos de gémeos siameses. E, são vários os casos noticiados relativos ao nascimento de crianças que nascem com duas cabeças e um só corpo, no Brasil, Índia e China, muito semelhantes ao que agora aconteceu no Bangladesh, entre outros países. O caso é justificado por alguma anormalidade na divisão do óvulo durante a formação do embrião, sobretudo quando isso acontece mais tarde na gravidez.

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