A tecnologia tem destas coisas e não pára de nos surpreender. Não é novidade para ninguém que há muito que a gigante Google aposta em ensaios com carros sem condutor. Mas desta vez aconteceu o #Insólito: e um agente da polícia da Califórnia, sem se aperceber do que estava a acontecer, mandou parar o carro. O motivo foi a baixa velocidade a que o veículo seguia.

Há muito que a americana #Google vem testando os seus carros sem condutor, sendo estes conduzidos através de computador remoto. Mas desta vez, os seus ensaios de rotina ficaram marcados por uma situação insólita, mas que poderão ser indicadores do futuro. Um carro seguia demasiadamente lento na Califórnia, formando atrás de si uma enorme fila. Zeloso do seu trabalho, um atento agente da polícia de Mountain View tentou abordar o carro, de forma a dar-lhe instruções para aumentar o ritmo a que seguia.

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Qual não é o seu espanto, quando verifica que no lugar do condutor não seguia ninguém e apenas uma pessoa circulava no lugar do passageiro. Ao aperceber-se do que se estava a passar, o passageiro tratou de imobilizar o carro, tendo o zeloso agente, pedido se seria possível alterar a velocidade do automóvel, não tendo feito nenhum auto, pois não existia condutor a quem o pudesse fazê-lo.

Quem de pronto ironizou com toda esta situação inédita, foi a própria Google, que no seu site dedicado a este tipo de veículos escreveu: " Conduzir demasiado devagar? Apostamos que os humanos não são mandados parar por esse motivo muito frequentemente". A empresa aproveitou ainda a dica, para esclarecer que os seus carros estão programados para não andarem a mais de 38 km à hora, de forma a projectarem uma imagem harmoniosa e que ganhe a simpatia das pessoas.

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Este projecto da Google volta assim a ser falado, depois de em Abril último também ter feito manchetes nas notícias, depois de um dos seus mais de 20 carros que estão a ser testados na Califórnia, ter tido um acidente e do qual resultou um ferido. Na altura, Chris Urmson, director da Google responsável pelo programa de carros autónomos, explicou que o culpado pelo acidente foi o motorista do outro veículo envolvido. Ainda assim, e apesar de todas as evoluções diárias, muitas pessoas em todo o mundo seguem com desconfiança este projecto da gigante americana.