A #Polícia Metropolitana fechou uma estrada em Blackfriars, no centro de Londres, ao início da tarde de sábado (21 de novembro) para prender três homens, suspeitos de terem furtado um automóvel, adiantam alguns órgão de comunicação social britânicos. De acordo com o jornal "The Independent", o episódio ocorreu com muito aparato, envolvendo a participação de "helicópteros, ambulâncias e um carro de bombeiros".

De acordo com a mesma fonte, as áreas evacuadas e cercadas pelas autoridades policiais foram a Blackfriars Road e St. George’s Circus. Um porta-voz da Polícia Metropolitana, citado pelo "The Independent", relata que "os ocupantes do veículo - três homens - foram presos por suspeita de furto de automóvel e estão sob custódia numa esquadra do Sul de Londres".

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O jornal "Evening Standard" adianta que o alerta de segurança foi dado pelas 13h45 e que vários utilizadores das redes sociais deram conta que a polícia os alertou para se afastarem das janelas. A mesma fonte adianta que as estradas começaram a ser reabertas pelas 15h30.

A situação terá causado algum desconforto aos londrinos por causa do clima de medo instalado na Europa após os ataques terroristas em Paris, cujas vítimas se elevam já para as 130 pessoas de várias nacionalidades e que ocorreram perto de um estádio de futebol onde o presidente francês, François Hollande, assistia a um jogo de futebol. Na altura do incidente em Blackfriars, revelam os jornais britânicos, a polícia recusou quaisquer esclarecimentos sobre o corte de estrada aos transeuntes. 

O "Daily Mail" noticia que o carro onde seguiam os três homens era um BMW de matrícula belga e que a intervenção policial obrigou ao desvio de inúmeros autocarros.

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O jornal britânico cita um porta-voz da Scotland Yard, que assegura que esta acção policial não está relacionada com o #Terrorismo.

A Bélgica tem estado no foco das notícias internacionais após ter declarado o nível 4 de alerta terrorista. De acordo com a rádio RFI, as autoridades belgas encaram com muita seriedade a possibilidade de que Salah Adeslam, um dos alegados autores dos ataques de 13 de novembro, possa estar em Bruxelas.