Três explosões tiveram lugar junto ao estádio de França, onde estava a decorrer um jogo particular de futebol entre as selecções francesa e alemã. Tiros também foram disparados em pelo menos 4 locais diferentes da capital francesa. Fala-se também em atentados suicidas, efectuados por grupos terroristas. Conta-se pelo menos 46 mortos e 60 feridos.

Nesta noite, de sexta-feira 13, as televisões internacionais apontam que um grupo de pessoas, em número intdeterminado, esteja como refém no centro de espectáculos de Bataclan, no 11º bairro (arrondissement) de Paris. As autoridades já se encontram no local. Testemunhas falam em 5 ou 6 atiradores.

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Jornalistas da TF1 dizem que algumas pessoas já foram evacuadas. Na sala de espectáculos estava a decorrer um concerto da banda americana "Eagles of Death Metal". O RAID (polícia especializada em intervenções de alto risco) já se encontra no local.

As explosões aconteceram junto a uma esplanada, perto do Estádio de França, a ponto de um estampido ter sido claramente audível dentro do estádio. O jogo continuou a decorrer, mas quando acabou, os espectadores ficaram refugiados dentro do recinto. François Hollande foi retirado de emergência do estádio e já se encontra junto do Ministro do Interior para fazer o "ponto da situação". A evacuação já está a ser feita. Os jogadores não comentaram nada no final do jogo. 

Outro tiroteiro teve lugar no restaurante Le Carillon, no 10º bairro (arrondissement) de Paris, sendo que esse restaurante se situa perto dos escritórios do jornal Charlie Hebdo.

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Um repórter da France 2 diz que o ataque foi feito com uma arma kalachnikov.

As pessoas são aconselhadas a não saírem de casa devido à gravidade da situação. A imprensa francesa afirma que as autoridades ainda não fizeram nenhuma declaração.

Já se encontra organizado um conselho extraordinário de ministros que será realizada por volta da meia-noite (da hora francesa, isto é, 23h em portugal).

O Presidente dos EUA, Barack Obama, é o primeiro presidente estrangeiro a falar sobre os atentados que acabaram de decorrer na capital parisiense. Já o presidente francês, François Hollande, já anunciou oficialmente que as fronteiras francesas foram fechadas para impedir os terroristas de abandonar o país, reiterando que as autoridades vão acompanhar a situação com a máxima urgência. #Terrorismo #Crime