É a primeira ameaça directa lançada pelo Estado Islâmico contra Portugal. Não é novidade nenhuma que o Estado Islâmico, ou Daesh, sempre quis reconquistar a Península Ibérica por já ter sido dominada pelos Muçulmanos, mas agora a ameaça pode ter-se tornado mais séria. Num vídeo divulgado pelo Estado Islâmico, aparece a Península Ibéria a ser coberta de vermelho do Norte para o Sul, além de serem mostradas 60 bandeiras dos países alvos do grupo, onde está incluído o nosso país. O Estado Islâmico é um grupo radical Islâmico responsável pela morte de milhares de pessoas, maioritariamente Cristãs, mas também de outras religiões que não tenham a ver com o Islão.

Publicidade
Publicidade

O grupo é conhecido pelas suas execuções diabólicas, decapitando cabeças e fazendo estrangeiros reféns. Os radicais islâmicos controlam, neste momento, uma boa parte da Síria e do Iraque e além das execuções que promovem, também são conhecidos por destruir património da humanidade. É o caso de Palmira, onde construções históricas e importantíssimas na história do nosso planeta e da raça humana foram destruídas e um dos maiores especialistas sírios naqueles artefactos foi morto.

Desde o início da guerra na Síria morreram mais de 340 mil pessoas e já  ficaram sem casa mais de 7 milhões, sendo que esta guerra já causou 4 milhões de refugiados, muitos deles em campos de refugiados na Turquia, mas também no Líbano e até no vizinho Iraque, onde a situação não é tão má. A guerra na Síria e no Iraque, bem como os conflitos e a falta de condições de vida em vários países africanos e alguns outros países do centro da Ásia, já afectam a Europa, que é "invadida" por milhares de refugiados todos os dias à procura de segurança, paz e de uma vida melhor.

Publicidade

Os Estados Unidos lutam na Síria através de uma coligação também constituída por França, Reino Unido, Turquia (acusada pela Rússia de apoiar os radicais e de lhes comprar petróleo), Bahrein, Jordânia, Emirados Árabes Unidos e Marrocos, apoiando da oposição síria, mas também de países como Catar e Arábia Saudita. Do lado do governo sírio combatem o Irão e a Rússia, que contam com o apoio na forma de armas por parte da Bielorrússia, da Coreia do Norte e do Iraque. A outra facção é constituída pelo Estado Islâmico, que luta contra todas as outras partes da guerra.

Portugal, além de já ter sido dominado pelos Muçulmanos é um excelente local estratégico para o Estado Islâmico para organizar atentados pela Europa e até nos Estados Unidos, mas a segurança de Portugal deverá estar garantida. Não há motivos para preocupações! #Terrorismo #Política Internacional