Uma mulher de 39 anos decapitou a criança de quem tomava conta e exibiu a cabeça na rua gritando "Allahu Akbar" (Alá é Grande) e "Eu sou uma terrorista". Foi presa de seguida perto da estação de metro Oktyabrskoye Pole, em Moscovo, na Rússia, onde gritava que tinha uma bomba.

Foi identificada como Gulchekhra Bobokulova, natural do Uzbequistão. A mulher esperou que os pais da criança saíssem de casa com o filho mais velho para cometer o #Crime. Depois de abandonar o apartamento da família com a cabeça da criança, Gulchekhra ateou fogo ao mesmo.

Segundo o site brasileiro "Terra", a criança foi decapitada enquanto estava a dormir e de seguida a cabeça foi colocada num saco.

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Ekaterina, a mãe da menina, teve de ser levada por paramédicos quando soube o que tinha acontecido à filha. Encontra-se neste momento internada por ter desmaiado após saber das notícias. Os pais estão transtornados e dizem que a mulher era "profissional e de confiança".

O corpo decapitado da criança foi encontrado pouco depois, no apartamento onde estava a ocorrer o incêndio.

A babysitter foi acusada de homicídio e está a ser submetida a testes para apurarem se é mentalmente sã e se consegue perceber a gravidade do crime que cometeu. Em declarações à polícia, disse que executou o crime porque o seu marido havia sido infiel.

Testemunhas relatam que Gulchekhra ameaçou explodir-se, mas a polícia revelou que ela não tinha quaisquer explosivos consigo. Apesar disso, a estação de metro foi revistada para determinar que não existiam, de facto, bombas escondidas.

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Exames revelaram que a mulher tinha vestígios de material explosivo nas mãos, mas a polícia determinou que seria do combustível que usou para incendiar o apartamento.

Uma mulher que saía do centro comercial na zona descreve os momentos de pânico e incerteza: "Quando saí do centro comercial não me deixaram passar. Estavam várias pessoas a correr e a gritar "bomba!". Foi então que vi a mulher perto da estação de metro, toda vestida de negro com a cabeça da criança e a gritar alguma coisa que não consegui perceber".

A vítima Nastya M. tinha 4 anos e tinha dificuldades em andar e aprender. O crime não está a ser tratado como um acto de terrorismo.