O grupo terrorista Estado Islâmico está a vender cabeças de vítimas decapitadas em sites de leilão. De acordo com o site "Mirror UK", o pastor norte-americano Harry Walther diz que existem vários "coleccionadores" que estão dispostos a pagar mais de 500 dólares por cada cabeça. Agora, com cada decapitação que acontece aos que escolheram não seguir a #Religião islâmica, as cabeças são postas à venda, variando o preço de acordo com a religião.

Com o dinheiro que recebe, o Estado Islâmico aumenta o seu fundo monetário. Segundo o mesmo pastor, as cabeças são submetidas a um tratamento que as "encolhe" e desidrata, como se costumava fazer nas antigas tribos indígenas.

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As cabeças podem vir a ser "encolhidas" até tamanhos bastante pequenos e ser vendidas como "souvenirs". Esta técnica já era utilizada contra os judeus no Holocausto: os nazis penduravam as cabeças na cela de outros judeus para os aterrorizar e obrigar a obedecer às ordens.

Um dos pormenores que mais preocupa o pastor é o facto de ser muito fácil adquirir "kits" para "encolher" as cabeças, uma vez que normalmente são utilizados para fazer máscaras para o Halloween. É frequente as crianças também usarem estes "kits" para a festividade. Estima-se que o EI tenha milhares de cabeças para vender, uma vez que as decapitações são frequentes.

Apesar de se estimar que o Estado Islâmico tem vários financiadores, o Secretário de Estado norte-americano John Kerry já revelou que as coligações têm conseguido travar a entrada de dinheiro, atrasando o pagamento a soldados dos terroristas.

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O grupo tem vindo a aterrorizar todo o mundo após ter decapitado e gravado a decapitação do jornalista norte-americano James Foley. Outros vídeos foram surgindo, tanto de execuções como de ameaças e propaganda e, recentemente, Portugal foi incluído também na "coligação mundial contra o estado islâmico", como eles a caracterizam.

O EI já provou ter apoiantes espalhados por todo o mundo, como se pôde verificar nos ataques ao Bataclan em Paris, a um resort na Tunísia ou mesmo no hotel "Swiss Inn" no Egipto. #Terrorismo #Violência