Um homem de 44 anos morreu na manhã de quinta-feira, dia 11 de Fevereiro, quando praticava exercício físico num ginásio. Nuno Lamela Dias Alves nasceu em Moçambique, mas residiu em Lisboa antes de ter emigrado, há cerca de dois anos, para o Brasil. A vítima sofreu uma paragem cardiorrespiratória e, apesar de ter sido socorrido, não conseguiu sobreviver. Ao saber da morte, o pai ficou em estado de choque e teve de receber acompanhamento médico no hospital.

De acordo com a edição online do Campo Grande News, Nuno Alves era licenciado em História pela Universidade de Lisboa e era aluno do curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp, em Campo Grande (Brasil).

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Citada pelo mesmo jornal, a advogada Karina Balejo refere que o português ia iniciar na segunda-feira, dia 15, um estágio no seu escritório, depois de ter recusado uma vaga de estagiário no Ministério Público. Ainda segundo a mesma advogada, Nuno terá sido submetido a uma gastroplastia em Lisboa para reduzir o seu peso, e na passada semana o seu pai terá sido também operado para desobstruir algumas veias e artérias.

Segundo o portal Midiamax, Nuno Lamela Alves terá sofrido uma paragem cardiorrespiratória pouco antes das oito horas da manhã da passada quinta-feira, dia 11. Os instrutores do ginásio terão informado que o homem tinha feito alongamentos e aquecimento e estava a exercitar-se num aparelho de musculação quando se sentiu mal. Apesar das manobras de reanimação efectuadas pelos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acabaria por morrer durante o transporte para o Centro Regional de Saúde Guanandy.

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O pai deslocou-se ao ginásio e. ao aperceber-se do que estava a acontecer com o seu filho, sentiu-se mal e teve de ser transportado pelos bombeiros para uma unidade de saúde.

O caso foi participado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário de Vila Piratininga para investigação, mas devido aos problemas cardíacos de que a vítima padecia, tudo leva a crer que as causas da sua morte são naturais. Por sua vez, o Conselho Regional de Educação Física não imputou qualquer responsabilidade ao ginásio, considerando que a morte de Nuno Alves “foi uma fatalidade”, acrescentando que o mesmo apresentou, no momento da sua inscrição, um relatório médico autorizando-o a praticar exercício físico. #Casos Médicos