O governo brasileiro de Dilma Rousseff autoriza a violação de propriedade sem mandato judicial para combater o vírus Zika, disse a Reuters. A medida obedece no entanto a alguns contornos obrigatórios, porque só poderão entrar nas propriedades "entidades de saúde oficiais autorizadas" em caso de iminente ameaça para a saúde publica. A medida é aplicada para todas as situações em que ou a propriedade esteja abandonada ou os seus proprietários não se encontrem dentro dela.

A situação com o Zika parece ter-se tornado globalmente alarmante porque a organização Mundial de Saúde declarou em 1 de Fevereiro tratar-se de uma "situação de emergência global".

Publicidade
Publicidade

O Zika parece também ter viajado até à China, porque segundo a agência oficial de noticias Xinhua, um chinês que terá viajado à América do Sul tornou-se portador do vírus. O homem de 34 anos está em recuperação num hospital no leste da China, na província de Jiangxi, onde vive, refere a Comissão de National de Saúde e Planeamento Familiar da China. E embora as autoridades chinesas tenham reforçado as inspecções nos aeroportos, desvalorizam os efeitos de propagação por o homem se encontrar numa zona de bastante frio, o que dificulta a transmissão do vírus.

Também nos EUA o número de casos detectados com o vírus está a crescer. Há já 17 estados onde o Zika foi detectado e Barack Obama já aprovou um fundo de 1.8 biliões de dólares para combater o vírus. Anne Schuchat, responsável pelo controlo da epidemia nos EUA, teme que o vírus se transmita nos estados mais quentes do sul e refere que "temos uma hipótese de o combater agora durante o inverno".

Publicidade

O Zika é ainda considerado um falso problema, porque surge como uma epidemia massiva vinda do nada e sem provas conclusivas. Não há provas claras acerca relaccionamento directo entre a infecção do Zika e a microcefalia que alegadamente acarreta. Um estudo da epidemia no Brasil refere que de 260 casos infectados com o vírus só 6 tiveram casos de microcefalia detectados, o que não é suficiente para demonstrar uma relação directa entre a causa e o efeito, cita o X22 Report. Mas o facto é que governos e instituições de todo o mundo estão a gerar climas de pânico entre a população, que podem não ser mais do que um desvios de atenção do público.

Jon Rappoport, do No More Fake News, afirma que esta é mais uma epidemia fabricada. E refere que a maior prova disto é que os recém-nascidos, que a propaganda mediática tem referido como portadores de Zika, não têm propriamente a infecção do Zika, mas variantes de outras doenças. Além disso, é de estranhar que uma epidemia que surge tão rapidamente e do nada, tenha conhecido já com farmacêuticas a anunciarem que encontraram um eventual antídoto para o Zika.

Publicidade

O que indica que se trata apenas de um plano global para forçar a vacinação, diz Rappoport. Na verdade, a microcefalia que a propaganda alega ser uma consequência do Zika é antes um efeito de vacinas, químicos, pesticidas e alguns medicamentos. Rapport pergunta: "O Zika está aqui, segundo as autoridades, desde 1940, porque só agora começou a fazer estragos?"

E Mike Adams, do Natural News, refere que estas infelizes vítimas do Zika "são apenas vítimas da massiva negligência de saúde pública no Brasil", a saber: químicos agrícolas disseminados em vacinas para mulheres grávidas; os efeitos da decisão do governo brasileiro em libertar mosquitos, geneticamente manipulados, para combater febre de Dengue; uma indústria de pesticidas descontrolada e pouco credível; contínuo uso de sprays anti-mosquitos.

O Zika tem ainda sido visto como um futuro condicionante para a participação dos atletas mundiais nos Jogos Olímpicos a realizarem-se este ano no Brasil. E se a rádio TSF, em entrevista a atletas olímpicos portugueses, anunciou que o Zika não intimida os desportistas nacionais, já a guarda-redes da equipa de futebol feminino americana, Hope Solo, anunciou que vai cancelar a sua participação no evento olímpico por temer consequências futuras da epidemia na sua saúde. #Casos Médicos