Saifullah al-Ansari, jovem ao serviço do Estado Islâmico, provocou, pelo menos, a morte de mais de 30 pessoas, na sequência de um ataque suicida no estádio Al-Asriya, situado a 40 quilómetros de Bagdad, capital do Iraque, segundo relato da Agência France Press. "Estavam a entregar os prémios aos vencedores quando o bombista suicida se fez explodir entre a multidão", referiu um capitão da polícia, citado por aquele órgão de comunicação social francês. Além das vítimas que perderam a vida, pelo menos 65 cidadãos ficaram feridos. Entre os mortos, está Ahmed Shaker e um dos cinco elementos da sua segurança pessoal: "O presidente da câmara morreu no hospital, como resultado dos ferimentos sérios que sofreu durante a explosão", explicou um médico citado pelo diário AS. 

Esta foi mais uma tragédia provocada pelo Estádo Islâmico num recinto desportivo iraquiano: em Julho do ano passado, o estádio olímpico de Ramadi, localizado no centro daquele país asiático e preparado para receber 30 mil espectadores, foi bombardeado, através da utilização de mais de 3,5 toneladas e meia de explosivos, segundo referiu, na ocasião, a Agência ARA News.

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Pesadelo domina Março

Neste mês, no Iraque, o Estado Islâmico interveio, também, na região de Hadiza, o que causou a morte de oito elementos do exército local, segundo notícia do Sol. Num mercado de Sadr City, em Bagdad, morreram 70 pessoas, enquanto que, num ataque suicida realizado num funeral xiita, na província de Muqdadiya, mais de 35 cidadãos perderam a vida. 

A tragédia no estádio Al-Asriya surgiu quatro dias depois dos atentados ocorridos no aeroporto de Zaventem e na estação de metro de Maelbeek, em Bruxelas, e que originaram, pelo menos, 34 mortos e 200 feridos, 21 dos quais com nacionalidade portuguesa. O Estado Islâmico reividicou, também, esta acção terrorista, e, de imediato, as autoridades procuraram evitar novas intervenções: como consequência, foram detidos, naquela  cidade, detidos três cidadãos que planeavam atacar Paris, tal como escreveu o Diário de Notícias.

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#Terrorismo #Violência