O corpo de uma jovem luso-descendente, que estava desaparecida desde 1 de Fevereiro, foi encontrado na ilha de Oleron. As análises forenses confirmaram, este sábado, 12 de Março, que o cadáver pertence a Alexia Silva Costa, de 15 anos. As autoridades suspeitam que a jovem foi assassinada, pelo que irão abrir um processo de investigação com vista a apurar as causas daquela trágica ocorrência.

Alexia Silva Costa, natural de Lyon (França) e filha de pais portugueses, foi vista pela última vez a 1 de Fevereiro, em Oleron, junto ao estabelecimento de ensino que frequentava, o “Centre Expérimental Pédagogique Maritime en Oléron”.

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A adolescente terá trocado algumas mensagens por telemóvel com um amigo de Lyon, tendo depois o equipamento ficado desligado, segundo informou o seu pai, Manuel Silva Costa. No entanto, o seu saco e bicicleta foram localizados no interior do estabelecimento de ensino. Nesse mesmo dia, os pais comunicaram o desaparecimento da filha.

Uma participação que levou as autoridades a montar uma vasta operação com vista a localizar a jovem. Durante vários dias, foram efectuadas buscas em toda a região, enquanto, em paralelo, decorreu uma investigação, já que as autoridades não afastaram um eventual cenário de fuga por parte da adolescente, bem como um sequestro. Quarenta dias depois do desaparecimento, as autoridades voltaram ao terreno para desencadear uma nova operação de busca. E foi no âmbito da realização dessa acção que foi encontrado, na quinta-feira, 10 de Março, um corpo numa zona próxima àquela onde Alexia foi vista pela última vez.

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O cadáver estava ocultado no meio de uma densa vegetação, o que terá dificultado a sua localização aquando das primeiras buscas.

O facto de as roupas coincidirem com as que Alexia vestia no dia 1 de Fevereiro levaram as autoridades a suspeitar tratar-se do seu corpo. Contudo, só neste sábado, dia 12 de Março, é que as análises de ADN confirmaram tratar-se, efectivamente, da jovem adolescente. No entanto, a autópsia não detectou qualquer vestígio de violência sexual, pelo que as causas da morte são para já desconhecidas, só devendo ser conhecidas após a investigação policial. #Crime #Polícia