Na manhã desta segunda-feira, 7 de março, (data e hora de Portugal Continental) um homem armado fez reféns numa zona industrial em Ingleburn, localizada a sudoeste de Sidney, na Austrália. O atirador dirigiu-se a um complexo comercial dessa zona de indústria e, na sequência de um tiroteio, matou uma pessoa e feriu outras duas.

A #Polícia do estado de Nova Gales do Sul foi chamada ao local pouco tempo depois do tiroteio e tentou entrar em negociações com o homem responsável pelo atentado. A operação durou cerca de seis horas, culminando no suicídio do atirador após a saída de três reféns do local da barricada. As autoridades australianas não consideram, até ao momento, que exista relação com qualquer tipo de actos terroristas

Segundo o Daily Mail Australia, o atirador é Wayne Williams, de 33 anos.

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Acredita-se que a origem do ataque pode ter estado relacionada com uma disputa entre motociclistas de um clube de motards, do qual fazem parte as vítimas de Wayne, todos irmãos. Os sobreviventes foram transportados para a unidade hospitalar australiana Liverpool Hospital, encontrando-se ainda em observação.

As testemunhas que se encontravam nas proximidades do local do tiroteio afirmaram ter ouvido cinco tiros. Após os disparos, a polícia demorou cerca de 3 a 4 minutos a chegar ao local, assim como os meios de socorro que assistiram de imediato as vítimas feridas. Todas as pessoas que se encontravam no local foram obrigadas a refugiar-se e a permanecer dentro dos edifícios circundantes e longe de janelas.

Em 2014, Sidney já tinha sido palco de um ataque a um café por um autoproclamado clérigo iraniano que fez alguns reféns.

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Um sequestro e tiroteio, seguido de explosões, terminou com três mortes após intervenção policial - o sequestrador e dois reféns. O atirador já estava identificado pelas autoridades como "muito perigoso". Man Haron Monis, de 49 anos, fez um total de 17 reféns no café Lindt. O seu acto terá sido motivado pelo desagrado relativamente à presença das tropas australianas na guerra do Iraque. #Crime