Barack Obama, presidente norte-americano, viajou para o Reino Unido e fez campanha para que o país não abandona a União Europeia. O representante dos Estados Unidos acredita que a nação britânica será mais prospera e potente se reprovar o Brexit. 

Esta visita de Obama tem importância para o Reino Unido, porque o país encontra-se a 2 meses de realizar o referendo que irá decidir se fica ou sai da UE. Como Barack é contra o abandono, David Cameron vê o marido de Michelle como um forte aliado para o ajudar a convencer o povo britânico da mesma opinião na hora do voto.

Obama emitiu um comunicado, ontem, 22 de Abril, em Londres dizendo: "falando francamente, o resultado dessa decisão é uma questão de profundo interesse para os #EUA, porque também afecta as nossas perspectivas.

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Os Estados Unidos querem um Reino Unido forte como parceiro. E o Reino Unido está no seu melhor quando ajuda a liderar uma Europa forte (..)".

O presidente referiu que o facto do Reino Unido fazer parte de um mercado único é muito vantajoso, pois traz "benefícios económicos extraordinários" para a nação de David Cameron. Barack acrescentou que "quando um dos nossos melhores amigos e mais próximos aliados tem uma economia forte, estável e em crescimento", as consequência são positivas para os dois lados intervenientes, de acordo com as informações divulgadas pelo Telejornal. 

Assim como Obama, o primeiro-ministro britânico também se dirigiu à sua nação, reforçando a ideia do presidente dos EUA, de permanência da UE. Cameron disse que " esta opção é nossa, não é de mais ninguém. É a escolha soberana do povo britânico.

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Mas ao fazermos esta escolha, faz certamente sentido ouvir a opinião dos nossos amigos, os seus pontos de vista".

Caso o povo britânico escolha não ouvir os conselhos do 'seu amigo' (Estados Unidos) e votar a favor do abandono da UE, de acordo com as declarações de Obama, vai ser difícil que a relação dos dois estados continue a mesma, uma vez que, neste momento, os Estados Unidos estão "concentrados em negociar com um grande bloco", disse Obama. #Política Internacional