Na última quinta-feira Hillary acusou o nomeado republiano, Donald Trump, de ter ideias relacionadas com o movimento Ku Klux Klan, ou KKK, como este movimento é conhecido. No dia 27 de Agosto, antes de fazer uma declaração em Iowa, mais precisamente em Des Moines, Trump publicou no Twitter: “Ela esquece-se que foi ela que disse que o seu mentor era membro do movimento KKK”. Posteriormente, Lynette Hardaway e Rochelle Richardson, duas irmãs afro-americanas, confirmaram as acusações de Donald Trump a Hillary, afirmando ainda que se trata do antigo senador da Virgínia Robert Byrd, que era membro do KKK. 

KKK é o nome de três diferentes movimentos passados e atuais existentes nos Estados Unidos.

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Estes movimentos defendem correntes extremistas, como é o caso do nacionalismo branco e anti-imigração entre outros. É ainda importante referir que estes movimentos têm clamado pela “purificação da sociedade”.

Hillary Clinton acusou Donald Trump de racismo e de que toda a sua campanha foi feita à base de preconceito e paranóia. Acusou-o ainda de não ter qualquer respeito pelos valores que fazem da América uma grande nação. Declara que ele está a criar movimentos de ódio, afirmando que este é um acto muito perigoso. Deixa ainda uma pergunta à população: "Perguntem a vocês próprios: Se ele não respeita todos os americanos, como é que ele vai governar todos os americanos?". Ou seja, se Trump não respeita todos os americanos, como é que ele poderá governar a América? Tenta assim deixar claro que não quer um homem como Trump a governar ou comandar os militares. 

Noutras declarações afirma que é normal existirem desacordos, mas que aquilo que o país precisa é de bons debates.

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Debates onde exista respeito mútuo, debates onde não se apontem dedos. No fim da declaração promete que, com a ajuda do povo, será uma presidente para os democratas, para os republicanos e para os independentes, ou seja, para todos os americanos.

Estas declarações foram feitas após Trump ter chamado “fanática e intolerante” a Hillary.

 

 

  #Política Internacional #EUA #Eleições Americanas