De acordo com os dados do Índice Mundial da Paz referentes ao ano de 2015, o mundo está mais inseguro e cada vez mais desequilibrado. Os países mais calmos estão cada vez melhor, já os países mais violentos estão cada vez mais perigosos. Portugal é referido como o 5º país do mundo mais tranquilo (em 2014 tinha sido considerado o 11º).  Assustadoramente (e infelizmente, sem grande surpresa) nesse Top 10 não consta nenhum país africano. 

A paz parece ser uma palavra praticamente desconhecida em África. O país mais tranquilo daquele continente são as Ilhas Maurícias, que está em 23º lugar. Surgem depois o Botswana (28º), Madagáscar (38º), Zâmbia (40º) e Serra Leoa (43º). Estes fracos resultados justificam-se por várias razões, como por exemplo os ataques terroristas e guerras civis. 

Nos 10 países mais perigosos do mundo constam 5 países africanos! São eles a Líbia (154º), Sudão (155º), República Centro-Africana (157º), Somália (159º) e Sudão do Sul (162º).

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No entanto, no ano passado, o país mais perigoso do mundo foi a Síria (163º), estando ainda neste top 10 negativo mais dois países do Médio Oriente: o Iraque (161º) e o Iémen (158º). Na Ásia, surge o Afeganistão (160º) e na Europa a Ucrânia (156º), 

Como países mais seguros do mundo encontram-se Islândia (1º), Dinamarca (2º), Aústria (3º), Nova Zelândia (4º), Portugal (5º), República Checa (6º), Canadá (8º), Suíça (7º), Eslovénia (10º) e Japão (9º). Ou seja, existem 7 países europeus, um asiático, um da Oceânia e um da América. 

O que é o Índice de Paz Global?

O Instituto de Economia e Paz, juntamente com vários peritos de instituições que lutam pela paz, elaboram desde 2007 o Índice de Paz Global, um importante estudo que ajuda a compreender o quanto um país é pacífico. 

Para esta investigação são tidos em conta aspetos como a #Violência, a criminalidade, as despesas militares, os eventuais conflitos internos ou externos, os relacionamentos com os países vizinhos, o modo como os líderes de cada país respeitam o seu povo e a probabilidade de ocorrência de atentados terroristas.

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#Terrorismo #Política Internacional