O discurso do Estado da Nação do presidente russo #vladimir putin agradou a gregos e troianos. A atitude de felicitar #Donald Trump deixou, tanto na #Rússia como nos Estados Unidos, a perspectiva de um futuro mais sorridente.

Antes do resultado final das eleições americanas, os cidadãos russos estavam em bares a ver as notícias como se estivessem a ver um jogo de futebol. Um russo alegre disse que “por exemplo, no caso da Síria, eu acredito que o presidente Trump e o presidente Putin possam chegar a um caminho mútuo de resolução do problema da guerra contra o Estado Islâmico.”

Enquanto que, oficialmente, Vladimir Putin não estava a apoiar a eleição de Donald Trump, os média russos claramente haviam escolhido o seu candidato.

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Na semana antes das eleições, bombardearam a Rússia com notícias que favoreciam Donald Trump em vez de Hillary Clinton.

O facto do presidente russo não ter desperdiçado tempo e ter imediatamente felicitado o vencedor, dizendo que “ao contrário do que alguns colegas estrangeiros, que vêem a Rússia como o inimigo, nós não procuramos inimigos e nunca procuramos. Precisamos de amigos,” deixa algumas pessoas a questionarem-se se as ligações que o presidente recentemente eleito possa ter com a Rússia deveriam ser investigadas.

No entanto, Vladimir Putin relembrou que precisa de ajuda na luta contra o terrorismo, no seu discurso de uma hora e doze minutos.

O presidente russo já havia mencionado que esperava melhores relações com os Estados Unidos assim que o novo presidente assumisse o cargo. A relação entre Putin e o presidente em exercício, Barack Obama, começou bastante amigável mas deteriorou-se gradualmente.

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Longe vão os tempos em que, depois de a Rússia persuadir a Síria a abandonar o uso de armas químicas, Obama tivesse cancelado o ataque iminente à Síria, o que aconteceu no verão de 2013.

No início de Outubro, a Rússia anunciou que iria abater os jactos da coligação se os Estados Unidos começassem a bombardear o governo de Assad, especificamente as tropas que buscam tomar Aleppo. O Major General Igor Konashenkov disse que as forças americanas necessitariam de “considerar com cautela tal decisão.” As forças de defesa aéreas não têm tempo para identificar o destino do trafego aéreo, e portanto responderiam imediatamente.