Uma jovem, de 30 anos, morreu num #Acidente de viação, no momento em que viajava, com familiares, para o hospital para dar à luz. Karina de Souza Martins conduzia um dos oito veículos automóveis que se envolveram num choque em cadeia na noite da passada segunda-feira, 29 de Maio. Do acidente resultaram, ainda, sete feridos. A tragédia aconteceu na Rodovia Anhanguera (SP-330), em Ribeirão Preto, na região interior de São Paulo, no Brasil.

O trágico acidente ocorreu na sequência de um despiste de um veículo pesado de mercadorias, que transportava garrafas de sumo de laranja. O condutor perdeu o controlo do camião, tendo entrado em despiste, capotado na via e espalhando a carga pela estrada, provocando congestionamento no trânsito.

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Na sequência daquele acidente, a circulação rodoviária teve de ser desviada, enquanto as equipas de limpeza da concessionária da rodovia procediam às operações de remoção da carga e limpeza do asfalto. Entretanto, as autoridades registaram um outro acidente, ocorrido a cerca de um quilómetro do local, quando um outro pesado de mercadorias, carregado de garrafas de gás, sofreu uma avaria nos travões, provocando um choque em cadeia, envolvendo oito veículos, entre os quais um autocarro e um camião. A situação originou vários feridos que foram transportados para as unidades hospitalares de Ribeirão Preto e Cravinhos, com ferimentos considerados ligeiros.

No entanto, o caso mais grave foi o da jovem Karina de Souza Martins. A futura mãe viajava num automóvel na companhia do marido, da sogra e do filho de oito anos.

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A rapariga foi transportada para o hospital, em emergência, para ser submetida a uma cesariana. Contudo, devidos aos ferimentos sofridos, os médicos não conseguiram salvar a futura mãe e o bebé. Os restantes ocupantes do veículo sofreram ferimentos ligeiros.

Em declarações ao jornal Globo, o motorista do camião carregado de garrafas de gás relatou que não conseguiu evitar o choque nos automóveis que estavam parados à sua frente, devido à falta de travões. José dos Reis, de 55 anos, referiu que se assustou bastante quando verificou que não conseguia imobilizar o camião. O camionista afirmou que apenas conseguiu reduzir a velocidade do veículo para evitar uma maior tragédia. E na mesma linha de pensamento evitou que o camião embatesse no rail de protecção da estrada, uma vez que o mesmo poderia tombar e capotar, o que poderia provocar mais acidentados.