Sean Hanity, da Fox News, tem sido acusado de paranóia quando disse que se está a desenvolver um golpe contra Trump. Hanity revelou que "se está a construir uma aliança de inimigos que odeiam Trump". Também o Pastor Rodney Howard-Browne alertou que está prestes a acontecer um ‘evento’ para derrubar Donald Trump da Presidência. Esta conspiração foi anteriormente avançada pelo popular radialista Alex Jones, diretor do canal de direita Infowars, e pelo director de campanha de Trump, Roger Stone, mas só ganharam ecos mediáticos quando Hanity confirmou, na Fox News, este movimento de ódio contra Trump.

Porém, os media conservadores de estão a alertar o público para uma eventualidade que possa mudar a democracia americana.

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George Noory, do Coast-to-coast, confirma: Donald Trump está para ser removido à força. Também Russ Limbaugh, locutor de radio, conservador e bastante popular, alerta para um golpe presidencial e Michael Savage, tambem locutor, alerta para uma daí decorrente guerra civil.

Roger Stone, jornalista e ex-director de campanha eleitoral de Trump, diz que é o próprio staff de Trump que está a afastá-lo das suas funções, isolando-o, colocando-o com informação mínima e tentando removê-lo da sua comunicação com os americanos através do Twitter, em nome de um pretenso ataque ao presidente. Stone garante que se trata de uma estratégia, interna, "para despopularizar o presidente eleito e legitimar antecipadamente no publico a validade do que pode acontecer ao presidente, à sua família, ou à legitimidade para remoção de Trump do seu cargo democraticamente eleito", disse, na passa terça-feira, no Infowars.

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Trata-se, diz Stone, de uma operação daquilo a que em política se chama o "deep-state" (conjunto de funcionários e contratados da CIA, FBI, IRS e Pentágono) .

John F. Kennedy terá sido morto também pelo deep-state. Esta é a teoria de Jim Marrs que, no seu livro Crossfire, defende que a causa do assassinato de Kennedy está relacionada com a retirada de poderes à Reserva Federal (através da ordem executiva nº 111100), que queria interferir na politica económica de Kennedy de diminuição de impostos. Morreu uma semana depois, hediondamente assassinado em Dallas, sob a folclórica alegação de conspiração comunista.

Curiosamente, Trump anunciou também que, tal como Kennedy, vai limitar os poderes da Reserva Federal, para poder diminuir os impostos à sociedade americana. Claro que a Reserva Federal não gostou e terá accionado os seus instintos de sobrevivência.

Desde que Donal Trump, os globalistas sentiram o peso de várias das suas principais decisões.. O Guardian afirmava, logo após a eleição, que a esquerda mundial sentia que o globalismo acabava de morrer".

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Trump acabou com o TPP, diminuiu a imigração ilegal (sem a necessidade de muro) e perseguiu e prendeu redes altamente influentes de pedofilia e tráfego humano em colaboração com a União Europeia. Além disso, retirou os Estados Unidos do tratado de Paris, o que deixou Al Gore insatisfeito com a situação e disse recentemente na televisão, que "vai acontecer algo desafiante que mudará esta situação". Também John Brennan, ex-chefe da CIA, ameaçou o Presidente Trump para que ‘vigiasse a sua língua’ poucos dias antes de ser substituído no cargo. E o jornal The Independent referiu recentemente que Alex Jones alertou para um eventual assassinato de Trump pelo deep-state (CIA).

Recorde-se o ambiente de hostilidade que tem sido programado nos media liberais contra Trump antes e depois das eleições. Esta hostilidade visava que Trump desmoralizasse o seu programa politico, perigoso apenas para os interesses globalistas e elitistas. Os jornais de esquerda e os grupos de redes sociais influenciados por opinion-makers liberais têm sido programados para ridicularizar Trump e dessensibilizar o público para assassinatos da CIA: já antes das eleições, o célebre propagandista de extrema-esquerda Michael Moore ridicularizava o candidato Trump e prometia resistência caso ele vencesse; Madonna queria "atacar a" Casa Branca; e Kathy Griffin surgiu desgraçadamente nas redes sociais com a cabeça de Trump decepada numa horrenda encenação que valoriza as atrocidades do ISIS. #Política Internacional #Tragédia